Márcio Zimmermann, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, renunciou ao cargo e o anúncio aconteceu hoje (27) pela Petrobras. A estatal não divulgou qual o motivo do afastamento de Márcio.

Márcio já esteve presente em grandes papéis de destaque dentro do Ministério de Minas e Energia, participando da Comissão Mista Técnica da Itaipu Binacional, representando a Eletrosul no GCOI (Comitê Diretor do Grupo Coordenador da Operação Interligada), além de membro do CCPE (Comitê Coordenador do Planejamento da Expansão dos Sistemas Elétricos).

Para assumir o cargo de Zimmermann, foi realizada uma reunião hoje (27), na ocasião, foi aprovado pela maioria do Conselho, que o advogado Luiz Navarro, que também é consultor sênior no escritório Veirano Advogados, assumiria o posto deixado por Zimmermann.

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A realização desta reunião é válida até a próxima Assembleia Geral de Acionistas, segundo dispõe o Estatuto Social da Petrobras e a Lei das Sociedades Anônimas.

Marcio Zimmermann trabalhava no Ministério de Minas e Energia desde 2005, além do cargo ocupado atualmente, também exerceu funções de secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético. Também ocupou o cargo de ministro da pasta em 2010, assim que Edison Lobão deixou o cargo para ir trabalhar no Senado, retornando ao ministério no mesmo ano que pediu o afastamento.

Zimmermann, como funcionário do Ministério de Minas e Energia, também já foi membro do GCPS (Conselhos Diretores do Grupo Coordenador do Planejamento da Expansão do Setor Elétrico) e também exerceu a função de coordenador geral do GTON/Eletrobras (Grupo Técnico Operacional da Região Norte)

O substituto de Márcio, Luiz Navarro, possui experiência nas áreas de integridade corporativa e compliance, anticorrupção, além de direito administrativo e regulatório.

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Também trabalhou durante 10 anos na Controladoria-Geral da União, durante esse período, o cargo ocupado lhe rendeu o posto de Secretário-Executivo, Corregedor-Geral e Secretário de Prevenção da Corrupção.

Marcio Zimmerman já havia anunciado em 2014 que não permaneceria no cargo este ano. #Eleições