Em meio à crise, repleta de suspeitas de corrupção, a Petrobrás sofre com outro capítulo traumático na sua história - um navio norueguês explodiu no Espírito Santo (litoral Norte) enquanto estava em serviço da estatal, no dia 11 de fevereiro, por volta do meio-dia.

Logo após as explosões, a empresa dona do navio norueguês (BW Offshore) afirmou que houveram mortes, embora o governo do Espírito Santo não tenha confirmado o número de óbitos. Dentro da embarcação haviam 32 pessoas, entre brasileiros e estrangeiros.

A BW Offshore é empresa norueguesa que presta serviço à Petrobrás. O vice-presidente do empreendimento estrangeiro, Kristian Flaten, se desculpou em público e confirmou a morte de certos tripulantes, mas não divulgou os nomes.

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Grande parte da tripulação sobreviveu e foi resgatada por baleeiro, que para quem não sabe consiste em um tipo de embarcação. O corpo de bombeiros esteve como protagonista na missão de resgate das vítimas do navio norueguês.

Navio norueguês - comando da Petrobrás

A maioria dos envolvidos no plano de exploração marítima com este barco disse que a Petrobrás era encarregada do comando. A manutenção desta embarcação estava em dia, conforme informantes da BW, o que aumentam as chances da culpa ser das imperícias dos comandantes ou de um acidente. As investigações estão em todo o vapor para saber quem é o culpado da explosão!

A culpa é de quem?

Outra hipótese sobre as causas do navio norueguês que explodiu no litoral é apontada por membros do sindicado dos petroleiros. De acordo com a instituição o acidente ocorreu em consequência de problemas na casa de bombas.

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A assessoria de imprensa da Petrobrás indica em nota que apenas vai se pronunciar sobre o acidente após encerrarem as investigações. Para certos críticos isto significa que na verdade a estatal aguarda a poeira abaixar para conversar com jornalistas e opinião pública.

A CPES (Capitania dos Portos do Espírito Santo), da Marinha do Brasil, já encaminhou representantes não apenas para ajudar no resgate como também iniciar as investigações. Militares dizem que para esclarecer os fatos pretendem abrir inquérito administrativo. #Petrobras