Em 2015, houve aumento da energia elétrica, gasolina e derivados, transportes e cesta básica. Além disso, setores como o automobilístico demitiram muitos funcionários para contenção de gastos. A recessão e a inflação gerou impacto na economia e, devido a esses fatores, não houve crescimento no país.


Diante desse quadro, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou nesta quinta-feira (26) os dados de sua pesquisa (PME-Pesquisa Mensal de Emprego) que divulgou a alta da taxa de #Desemprego no país, cujo índice é de 5,3%. No mês de dezembro de 2014, o índice estava em 4,3%. Mas é necessário que sejam levados em consideração todos os fatores que afetaram a economia neste ano de 2015.


As cidades que a pesquisa abrangeu foram Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Recife. De acordo com análises do IBGE, em janeiro 2015, em comparação com dezembro de 2014, houve aumento do percentual da taxa de desemprego. Belo Horizonte aumentou em 1,2%, São Paulo, 1,3%, Salvador, 1,5% e Recife, 1,2%. Segundo especialistas, não é um índice alarmante e nem tão preocupante, mas indica que o país não está crescendo e a renda mensal do trabalhador encolheu devido ao aumento dos preços.


Com esses fatores, se percebe que as ofertas de trabalho se reduziram, pois a maior parte das empresas passaram a contratar menos devido a redução do consumo, e isso cria um impacto na economia. O mercado de trabalho sofre com a falta de investimento do governo nas áreas da economia, os juros altos demandam precaução por parte da população e não há um panorama de melhorias, pois não se realizou a tão sonhada Reforma Tributária, que faria com que o país crescesse e assim geraria investimentos de capitais internos e externos.


Só resta torcer para que o governo possa realizar os investimentos necessários para alavancar o país, e que não venhamos a sofrer com os impactos do desemprego e da recessão. E que, através das reformas, que haja maiores ofertas de trabalho para os brasileiros.