A Consumers Internacional organiza o Dia Mundial do Consumidor, em conjunto com entidades de defesa ao consumidor de todo o mundo. Neste ano, a campanha tem como objetivo chamar a atenção da Organização Mundial de Saúde (OMS), usando a hashtag "foodtreatynow", em tradução livre, "tratado da comida já".

Segundo a entidade, a campanha quer que a OMS crie um acordo que vise a alimentação saudável no comércio. A organização também informa que um documento poderia fazer com que as nações implantassem estratégias que ajudem a diminuir a quantidade de doenças relacionadas a má alimentação.

A própria organização criou um documento, além de ter feito um levantamento de que aproximadamente 60 países possuem planos em andamento que favorecem a causa.

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No arquivo da Consumers International existe explicações sobre uma educação nutricional, além de informações calóricas que seriam adequadas. O documento também aborda tópicos como a responsabilidade de propagandas, assim como o controle que as mesmas deveriam ter e a melhor qualidade de alguns alimentos, no que diz em relação à diminuição de substâncias prejudiciais à saúde.

Quem quiser ajudar a campanha, pode participar pelas redes sociais, compartilhando a mensagem: "Eu quero um mundo onde todos os consumidores tenham direito à alimentação saudável #OMS deve agir #FoodTreatyNow". Para quem quiser ler o documento da entidade, pode acessar o site oficial da Consumers International.

No Brasil

No país, a campanha é estimulada pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), mas quem se pronunciou foi a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.

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De acordo com a organização, muitas empresas ainda não atendem ao Código de Defesa do Consumidor. Porém, é destacado que os clientes que utilizam a internet para reclamar ou que vão pessoalmente ao fornecedor estão de alguma maneira mostrando que as empresas devem começar a respeitar mais os consumidores.

Ainda segundo a instituição, outro ponto que o país pode se orgulhar é a segurança dos produtos. Atualmente, a maioria das empresas passam por avaliações frequentes, o que diminui produtos defeituosos. Para finalizar, o Proteste, como é conhecida a associação, disse que a legislação do comércio virtual ajudou a trazer maior segurança para o consumidor e maio rigidez para as lojas, para que não aconteçam irregularidades.