Institutos responsáveis pela oferta de programas de intercâmbio fazem um alerta para aqueles interessados em desenvolver programas de estudo em universidades estrangeiras. Em recentes comunicados efetuados pelo Campus France / Brasil no projeto 'França sem fronteiras', por exemplo, trazem informações sobre custos envolvidos que podem mudar o destino de muitos estudantes.

A maioria dos estudantes dão preferência a países de língua inglesa, devido a maior facilidade de aprendizagem do idioma. Porém, nos dias atuais o intercâmbio para universidades europeias é mais vantajoso e de menor custo. Assim, os Estados Unidos podem deixar de ser o principal objetivo dos estudantes brasileiros.

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As Universidades europeias oferecem melhores condições. Atualmente prevalece a isenção de taxas acadêmicas e os valores cobrados dificilmente ultrapassam mil euros por ano. O instituto ciência sem fronteiras pode bancar os custos considerados baixos. Mas quando essa possibilidade surge, muitos alunos solicitam a transferência, com retorno para os países de língua inglesa.

A iniciativa mais recente foi uma leva de estudantes de diversos estados brasileiros que desenvolveram estudos na universidade de Rennes I. O aumento do dólar, que se aproxima muito da moeda europeia unificada, tem feito com que aumente o número de inscrições. Outras universidades canadenses e australianas apresentam as mesmas condições. A taxa anual cobrada pelas universidades americanas em programas de intercâmbio é muito elevada e fica fora do alcance para aqueles que não tem apoio de órgãos financiadores.

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Devido à crise política e econômica brasileira são esperados cortes em todos os programas de interesse social. Os cortes ainda não atingiram essa área, mas se espera que logo isso venha a acontecer, o que torna a sugestão de mudança de destino ainda mais interessante. Desta forma, para as pessoas que estão com previsão de efetivar seus estudos no exterior, fica a recomendação de um estudo mais detalhado dos intercâmbios possíveis. #Educação