Não pode-se dizer que a situação da #Petrobras nos últimos meses, diante das denúncias de #Corrupção e de tudo que foi descoberto - e continua sendo - com a Operação Lava Jato, seja realmente boa. Todos os acontecimentos refletiram muito negativamente na imagem da estatal e mexeram com os brios dos brasileiros.

O mercado financeiro se desestabilizou, as ações da Petrobras, por exemplo, despencaram, tiveram alta, despencaram novamente - e assim tem sido nos últimos meses. Na quarta-feira (25), tiveram uma leve alta, mas no dia seguinte, quinta-feira (26), despencaram, em função das expectativas sobre a apresentação do balanço final da estatal.

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Mas, segundo o juiz federal Sérgio Moro, a companhia conseguirá reerguer-se e trabalhar com mais eficiência e principalmente, com economia, depois da Operação Lava Jato. Essa declaração consta de decisão do juiz que determinou a prisão do presidente do Grupo Galvão, o empresário Dario Queiroz.

'Não posso ser responsabilizado pela situação da Petrobras'

O juiz federal Sérgio Fernando Moro, que é o responsável pela investigação da Lava Jato na primeira instância, disse: "Não posso ser responsabilizado pela situação da Petrobrás" e ainda complementou que nem a Polícia Federal e nem o Ministério Público têm culpa pela situação na qual a estatal se encontra, após a descoberta de desvios e esquemas de corrupção.

Em outra de suas declarações, Moro afirma que os maiores prejudicados com esse esquema de propina na estatal são os brasileiros, que o prejuízo da companhia é de um valor incalculável e que os danos sofridos só podem recair sobre os verdadeiros culpados: os criminosos, corruptos e corruptores.

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Últimos acontecimentos

Os últimos desfechos da Operação Lava Jato foram as prisões de Dario Queiroz e de Guilherme Esteves, acusado de ser um dos operadores de pagamento de propina, pelo Estaleiro Jurong.

Os executivos da Galvão Engenharia alegaram que entraram no esquema de pagar propina porque foram obrigados, mas segundo Moro, essa alegação é questionável, pois eles deviam ter procurado as autoridades ao serem intimidados e não tentar utilizar isso como álibi nesse momento.