De acordo com pesquisa do Ibope, a área econômica representa o principal motivo da desaprovação popular de Dilma Rousseff aumentar de modo considerável. A conjuntura internacional junto com gastos da Copa do Mundo e outros fatores econômicos, fazem o brasileiro ativo pagar caro em tempos atuais.

Com margem de erro em 2%, o estudo Ibope sobre a área econômica do Brasil considerou pouco mais de 140 cidades. Foram 2.000 entrevistados aproximadamente, todos maiores de 16 anos.

Abaixo conheça as 10 principais queixas da área econômica no Brasil conforme o Ibope:

Imposto: 90% dos entrevistados desaprovam; 7% aprovam e o restante não soube opinar (3%).

Publicidade
Publicidade

Taxa de juros: 89% não concordam; 7% concordam e os demais não opinaram (4%).

Luta contra inflação: 84% descordam das atuais políticas do #Governo. Há 13% de aprovação, ao ponto que 3% ficaram indecisos.

Saúde: 85% desaprovam; 13% aprovam e o restante não chegou em conclusão nenhuma (2%).

Segurança pública: 3% dos entrevistados não responderam; 16% estão contentes ao passo que 81% descordam.

Luta contra desemprego: A taxa de 2% não opinou; 19% concordou com o governo e 79% foi contra.

Educação: 2% não responderam; 25% concordam e 73% discordam;

Meio ambiente: 9% não responderam; 25% concordam e 66% discordam;

Combate contra pobreza: 64% desaprovam e 33% aprovam.

Combate contra fome: 64% desaprovam e 33% aprovam.

Área econômica: análise qualitativa

Conforme os dados acima, juros e medidas de ajustes fiscais são principais motivações da queda no índice de popularidade de Dilma.

Publicidade

Impostos que crescem de modo significativo, em principal na região Sudeste (mais populosa do país), representam grandes motivações ao índice de rejeição subir rapidamente.

Este comportamento, na opinião do eleitorado é, no mínimo, irreverente. Isto porque se considerar os períodos anteriores as principais queixas centravam áreas de segurança pública e saúde.

Renato da Fonseca, gerente executivo deste estudo Ibope, diz que os dados demonstram clara insatisfação contra o governo, centrada de modo particular nas questões econômicas.

De fato, no ano de 2014, com crise e Copa do Mundo, surgiu um revés econômico duro, ao ponto da população do Sudeste brasileiro sentir até hoje na carne a violência da carga tributária.