Alyson Martin, um dos fundadores da Cannabis Wire, uma organização de notícias startup com foco em maconha desenvolve uma análise sobre um dos mercados mais promissores: o do ouro verde. Assim é chamada a tradicional Cannabis Sativa na atualidade no mercado americano.

Comerciantes atuais nada tem do estereótipo do elemento mal-encarado proveniente dos guetos e favelas americanas. Hoje é comum que estes #Negócios, que trocaram os becos pelo luxo dos restaurantes, sejam tratados por verdadeiros gentlemen. Os operadores da maconha americanos mudaram a sua face e a forma de negociar. Os escritórios ocupam lugar em Wall Street.

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Os que ainda perguntam se a maconha não é um negócio ilegal, estão fora da nova realidade? Ela é agora um negócio legalizado, que pode dar aos comerciantes grandes lucros.

Esta corrida do ouro verde prevê para o ano corrente retornos potenciais enormes em um mercado que irá oscilar entre 40 e 50 bilhões de dólares. O que começou timidamente em 2012, atinge o ano atual como um verdadeiro negócio da china. Tudo começou em Washington evoluiu para o colorado, hoje tem a maconha descriminalizada em mais de 20 estados.

Perguntas se sucedem. A quem esta corrida fará bem? Quem irá lucrar com tudo isto? Brendan Kennedy o atual destaque na área desenvolveu diversas viagens. Nelas encontrou um nicho de mercado onde não havia líderes, padrões e marcas. O prazo dado por Martinum para que tal indústria se normalize é de 6 anos, sendo extensas as discussões neste período.

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Por enquanto a Privateer, empresa criada por Kennedy, lançou duas "marcas" de maconha, uma das deficiências que Kennedy observou no mercado. Assim os nomes Tylray e Marley Natural, logo podem fazer parte do dicionário tradicional de muitas pessoas. Para quem quer maiores informações foi comprado um aplicativo para os smartphones: o Leafy. Ele detalha utilização e efeitos de cada tipo de maconha, que contém até recomendações para uma plantação mais rentável. As brigas contra os cartéis mexicanos ainda acontecem e não se sabe qual será a reação de seus líderes quando tiverem que aceitar a legalização do consumo da maconha.

Kennedy considera como um trunfo favorável o fato que os líderes dos cartéis são bons no crime e não servem para desenvolver planejamento de plantio da maconha, formas de embalar o produto ou sobre campanhas de marketing. Por enquanto os americanos que querem comprar o ouro verde ainda utilizam o "clube dos compradores de maconha" o embrião da expansão de uma indústria futura.

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A expansão atual da industrialização prevê que sejam produzidos 5 milhões de gramas, já no fechamento do primeiro ano.

Kennedy utiliza a metáfora de Schumpeter que aponta para a "destruição criativa" como o processo mais indicado para a criação de uma nova situação que substitua a antiga. Enquanto isto os departamentos policiais anotam aumento da violência e maior resistência à prisão dos comerciantes tradicionais, atualmente em dumping de preços. A história está sendo contada. É preciso aguardar os próximos movimentos neste complexo tabuleiro de xadrez. #Curiosidades