Congresso Nacional foi palco de uma terrível batalha entre policiais militares e manifestantes nesta terça-feira (7). O confronto foi justificado como um ato de protesto contra a aprovação do projeto da terceirização pela Câmara dos Deputados. Durante a reivindicação, oito pessoas ficaram feridas e outras quatro foram levadas para a delegacia.

Dois policiais que estavam no confronto também foram atingidos, um teve ferimentos na orelha e o outro levou um corte no rosto, ambos foram encaminhados ao departamento médico que fica localizado na própria Câmara. Também foram atendidos pelo departamento médico do local um manifestante que teve o rosto cortado, além de um visitante que foi atingido com gás de pimenta.

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No momento do protesto dois deputados que tentaram negociar com os manifestantes, Vicentinho (PT-SP), foi atingido com spray de pimenta e Lincoln Portela (PR-MG), que foi revidado com pontapés e socos pelos manifestantes.

O manifesto de trabalhadores e da classe sindical é contra o projeto de lei 4330/2004, engavetado desde 2004 e que desde então vem sendo modificado. A proposta passa a regulamentar o serviço terceirizado dentro das empresas. Neste contexto, duas visões passam a existir: a do empregador, que justifica a terceirização como um processo necessário para o desenvolvimento da economia do país e do sindicato, que vê um retrocesso trabalhista o projeto em questão, como forma de prejudicar o trabalhador na possível precariedade das condições de trabalho.

Joaquim Levy, ministro da Fazenda, estabeleceu algumas sugestões ao redator do projeto, Arthur-Maia (SD-BA), comprometendo-se a apresentar um novo texto do projeto de lei 4330, previsto para esta tarde, entre as complementações estava a retenção de tributos e impostos na fonte.

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#Eduardo Cunha também se pronunciou quanto às discussões do projeto, ressaltando que dará o tempo que for preciso para que as devidas conclusões sejam estabelecidas, mas que a Câmara só passará para uma nova pauta depois que esta seja definida, mesmo que as votações sejam interrompidas por uma semana. #Governo #Legislação