Desde o início do segundo mandato de Dilma Rousseff como presidente da República, que o #Governo petista vem enfrentando uma maré de azar na política e na economia, o que rendeu uma crescente reprovação popular. Embora muitos cortes de gastos tenham sido anunciados pelo governo, a situação é inversa quando se trata da Câmara dos Deputados.

Aproveitando o momento de fragilidade do governo federal, o plenário da Casa, comandado pelo peemedebista Eduardo Cunha, aprovou o maior número de projetos legislativos dos últimos 20 anos. As propostas aprovadas não precisaram contar com o aval do governo, que já expressou sua reprovação.

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Os deputados de oposição do #PT não foram suficientes para rebater a maioria dos votos dos deputados presentes que concederam o aval das propostas. O número de aprovações de projetos passou a ser maior a partir do momento que Eduardo Cunha assumiu a presidência da Câmara, um forte rival do governo de Dilma. Segundo declarado por José Guimarães (PT-CE), líder do governo petista "São dois meses que parecem que valem por um ano".

Entre as medidas aprovadas da Câmara estão os reajustes salariais para os servidores, alguns dos benefícios foram estendidos aos seus cônjuges e as obras indicadas por congressistas que também são beneficiadas nas aprovações. Outra novidade na votação está a ementa à constituição, que apesar da votação ainda não ter sido concluída, já atormenta Dilma Rousseff, tirando o poder da governante em indicar ao Supremo Tribunal Federal cinco ministros.

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Desde que Eduardo Cunha assumiu a presidência da Câmara, o número de projetos aprovados apontou a marca de 29, com destaque aos projetos de lei e lei complementar que representaram nos dois meses desde que Cunha assumiu 24 propostas aprovadas. Em relação às medidas provisórias, utilizadas pelo governo federal para legislar, estas tiveram apenas uma aprovação pela Casa.

A crise econômica e política enfrentada pelo governo petista é refletida também na sua base de apoio dentro da Casa, que hoje conta apenas com 3 de cada 10 membros, situação inversa no primeira mandato de Dilma. Com bancada enfraquecida, os votos computados frente às propostas tornam-se insuficientes para barrar qualquer aprovação ou reprovação, que conta em média com 246 parlamentares. #PSDB

A próxima surpresa da Câmara para o governo de Dilma é a votação para novas propostas que ampliam os gastos públicos, sendo aplicados para a categoria do funcionalismo.