Algumas pessoas devem ter ficado assustadas ao acessar seus e-mails nas semanas anteriores e terem se deparado com uma mensagem um tanto inusitada. O Magazine Luiza está praticamente propondo uma sociedade com toda e qualquer pessoa que deseja montar uma espécie de franquia com novas e pequenas empresas criadas pelos seus próprios colaboradores ou com pessoas interessadas.

Ainda que seja uma iniciativa isolada, ela demonstra uma tendência. Ela está sendo observada pelos analistas desde o ano passado. Isto decorre do fato que os robôs começam a ser utilizados em atividades intelectuais nas quais substituem o ser humano.

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Devido a este fato, deve diminuir, e muito, o volume de empregos. Mas, em contrapartida não faltará #Trabalho. Para as pessoas que apresentarem capacidade ele sempre irá aparecer.

Ao reunir um grupo de pessoas unidas por uma ideia e objetivo comuns, sem precisar que fundos sejam reunidos, as empresas podem pagar para que eles persigam os seus sonhos. Isto ocorrerá sempre que eles forem os mesmos que a empresa tem, ou seja, arrecadar cada vez mais. Na competição a ser criada pouco importa ter que se matar, ou aos seus vizinhos, no afã de conseguir sucesso em sua tentativa.

Este fenômeno é chamado intra-empreendedorismo, pelo menos até que achem uma sigla legal. Os novos modelos de #Negócios têm à sua disposição toda a infraestrutura de estoques, mercadorias, serviços e produtos que necessitam.

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Além disso, contam com um massivo apoio de marketing em todas as mídias sociais. Eles podem ter a liberdade de lançar e buscar novas ideias. Qualquer lucro que suas ideias trouxerem, será recompensado com a participação nos lucros da empresa.

Programas de #Inovação empresarial, propostos e ensinados por Yossi Feinberg, que dirige um programa denominado "empreendedor corporativo" trabalham nesta linha de pensamento. Permitir que antigos colaboradores possam abrir pequenas empresas "startups" com o nome de uma grande empresa associado aos seus negócios, podendo até apresentar riscos. Mas considera-se que eles são controláveis.

Poder perseguir seus sonhos e ser beneficiado pela lucratividade da grande empresa com baixo risco financeiro pessoal, são exemplos que algumas empresas começam a apresentar ao mercado e que surgem como uma possibilidade de sucesso.

Enquanto pessoas tentam vender produtos do magazine inovador, a simpática Avatar, que realmente parece ter vida real (não se enganem, ela é mesmo um avatar, menos sua voz), funciona como uma propagandista para que seu pequeno negócio na grande rede tenha sucesso. De seu sucesso depende o sucesso da empresa. Da lucratividade da empresa dependem os ganhos do pequeno empreendedor. Ainda não houve tempo para registrar exemplos nos quais, o aluno supera o mestre, mas não deve demorar muito tempo, para que isto venha a acontecer. Aproveite a oportunidade.