Alguma coisa mudou no mundo do #Trabalho. O relatório Gallup informa que 70% dos colaboradores das organizações não são pessoas engajadas. Por outro lado, levantamentos efetuados pela Deloitte International revelam números que, na outra ponta do processo, considerando somente os engajados, aponta que eles:

· Dão 57% a mais de seu esforço em benefício da empresa;

· São 87% menos propensos a pedir demissão;

· Proporcionam para as empresas aumento de desempenho de até 240% na produtividade.

De onde saem estes números? De entrevistas que a Deloitte desenvolve junto aos seus associados e das empresas que utilizam seus serviços.

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Frente a estes resultados, algumas empresas ficam perplexas e se perguntam:

· O motiva os colaboradores?

· Como torná-los pessoas engajadas?

A delloite prossegue em demonstrações que deixam gerentes de RH confusos. São atitudes que não mais funcionam:

· Aumentos salariais;

· Vantagens trabalhistas;

· Folga nos aniversários.

A lista pode ir longe, sem que soluções sejam apresentadas.

Sem varinha de condão em mãos, os responsáveis pela empresa de recrutamento consultam uma psicóloga. Após avaliar algumas empresas, ela apresenta uma solução que, ainda que possa parecer brincadeira, faz parte da conclusão de seu relatório.

A falta de engajamento tem um motivo: a falta de amor. A psicóloga aponta para o fato que as pessoas não engajadas, estão assim devido a uma má gestão na distribuição de amor entre as pessoas.

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Sem ele muitas pessoas declaram que não têm mais fé, não sabem mais liderar.

O recrutador cria um termo que parece representar o mercado na atualidade, no qual considera que o mercado vive a "economia do desengajamento", responsável pela formação de equipes de baixo desempenho e produtividade.

Bárbara Frederikson é o nome da psicóloga e, ao falar para audiência de curiosos gerentes de RH, declara em alto e bom som que, segundo a ciência das emoções humanas, é possível afirmar que o amor, isto mesmo, o amor tem um efeito bioquímico.

O amor é algo que torna as pessoas positivas, resilientes, otimistas e persistentes. Ou seja, as empresas pecam por não dar amor aos seus colaboradores.

Alguns saem assustados das conversas com Bárbara em suas palestras sobre o tema: "amor, uma nova lente sobre a ciência da prosperidade". Com certeza não custa tentar. Não são poucos os relatos de casos mostrados pela psicóloga, onde diversos diretores de RH realimentam os resultados que ela obtém ao dizer: eu recomendo! #Negócios