Notícias chegam da OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que conta com 34 países associados e fica na cidade de Paris (França). Uma notícia ruim e outra notícia boa.

Se esta interlocução estivesse sendo feita presencialmente, cara a cara, seria possível perguntar ao interlocutor: qual notícia você quer saber primeiro? A notícia ruim, ou a notícia boa. Como isto não acontece vamos começar pela notícia ruim.

Ela diz que o Brasil é o 60º colocado no ranking mundial de #Educação da OCDE. O país caiu duas posições em relação à avaliação anterior. Quantos países foram avaliados? Um total de 76 países.

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O Brasil ficou atrás de países como: Tailândia, Irã e Malásia.

Antes que as pessoas fiquem entristecidas, principalmente, os professores, e com justa razão, segue a boa notícia. Assim o dia não ficará totalmente perdido. A OCDE aponta para um grande potencial de crescimento econômico do país, desde que: "este proporcione educação básica universal para todos os adolescentes de 15 anos". Aliás, um só prêmio é pouco, então, todos os prêmios para quem conseguir.

Esta não é uma visão unilateral, mas, por menos que os adversários políticos concordem, não se pode negar que esta é uma realidade que indica um caminho a seguir. Ao antever que o PIB poderia ter um aumento de mais de sete vezes nas próximas décadas, não se trata de continuar no ufanismo gratuito, senão reconhecer às condições existentes e colocar as mãos a obra.

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O terceiro setor precisa se liberar de certas amarras, infelizmente, representadas por atitudes egoísticas de pessoas, que o utilizam de forma frontalmente contrária ao interesse do bem-estar geral e, partir para uma ação complementar que apresente planos vocacionais para os jovens na faixa dos 15 anos.

O aumento do padrão educacional poderá impulsionar o Brasil a níveis maiores do que aqueles atingidos pela economia de países que tiveram uma evolução econômica de destaque, contraposto a um estado permanente de recessão. A melhoria do ensino pode trazer melhorias nas condições de vida da população e, de forma extensiva, melhoria nas condições econômicas.