Durante o Congresso do #PT, que ocorreu em Salvador (BA), o ministro da saúde Arthur Chioro sugeriu a volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira)

A taxa foi criada durante o #Governo  Fernando Henrique Cardoso em 1997 e extinta no ano de 2007 pelo Congresso Nacional. A cobrança do imposto seria para angariar recursos para a saúde. Entretanto, durante o período que esse imposto vigorou nenhum benefício foi visto para o setor de forma geral, com isto sendo mais um pretexto para cobrança de impostos do que algo que viesse a beneficiar diretamente a saúde pública de fato.

Porém, o ministro da fazenda Joaquim Levy afirmou não ter nenhuma perspectiva no retorno do imposto e não cogitar a volta do mesmo.

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Assim a volta da CPMF é algo que ainda não ganhou forma.

A CPMF foi uma das medidas mais antipopulares que o governo poderia ter tomado na época e prejudicou seriamente a vida das pessoas pois de qualquer operação que fosse feita era retirada uma porcentagem. Assim, o cidadão teria que arcar com mais um entre inúmeros impostos.

Quando esse imposto foi extinto no ano de 2007, grande parte da população apoiou a ideia, pois a cobrança, além de arrancar o dinheiro das pessoas, não ajudou em nada na melhoria dos serviços de saúde pública que continuaram e continuam como serviços altamente precários devido a uma série de problemas que não tem absolutamente nada haver com a questão financeira.

A alegação, do PT ao ressuscitar a cobrança do imposto durante o seu congresso foi que mais de 70% da população brasileira segundo o IBGE usam de forma exclusiva o SUS.

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Daí viria a necessidade de estar buscando por financiamento deste sistema que poderia um dos mais sofisticados do mundo, mas que não funciona, muito por falta de boa vontade politica dos grupos de controle da atualidade.

Assim, pode-se esperar que este imposto pelo menos a princípio não será ressuscitado pelo governo federal, já que é uma das muitas hipóteses afastada pelo então o ministro da fazenda, que disse não ver necessidade de retorno deste imposto em questão. Portanto, pelo menos teoricamente, esse pesadelo está afastado.