Dilma edita a MP 681. Assim ela dá continuidade ao processo de "rasgar" a constituição. O que ocorre aos poucos. Na medida em que medidas provisórias fazem diferentes recortes em seu texto. O fato foi noticiado na data de hoje. A proposta foi aumentar 30% para 40% o limite de desconto em folha (chamado empréstimo consignado). Ele engloba diversos tipos de pagamentos. Eles envolvem financiamentos, cartões de crédito, entre outros. Isto abrange pessoas contratadas no regime CLT - Consolidação das leis do trabalho, aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos. Em destaque se coloca que 5% deste limite será destinado exclusivamente para despesas que envolvem a utilização de cartões de crédito.

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Está tudo registrado no Diário Oficial da União do dia 13 de julho de 2015. Outra inovação prevê que este valor incida sobre verbas rescisórias. As opiniões sobre o fato são divergentes frente a algumas ocorrências anteriores.

Quando em data imediatamente anterior, foi registrado pelos órgãos estatísticos do #Governo um aumento de busca por crédito, no valor de 10% com relação ao mesmo período do ano anterior, pode parecer que esta medida é oportuna. Condições gerais podem ser agora firmados entre o empregador e os sindicatos de classe. Mas não se sobressai nenhuma vantagem clara para as pessoas físicas envolvidas.

Opiniões divergentes consideram que, em tempo de vivência de uma crise financeira, o aumento de crédito observado, pode ser encarado, com as devidas restrições ao aumento da capacidade de comprometimento do salário, como uma vantagem marginal.

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Estas pessoas que acham que Dilma e sua equipe não conseguem endireitar os desvios provocados por desvios na política financeira do governo preferem aguardar. Somente o tempo poderá colaborar para confirmar o que alguns analistas consideram como um paliativo. Uma medida colocada mais com intenções de obtenção de resultados políticos. Não tão eficaz para colaborar com a melhoria de condições de vida das pessoas. De forma geral, os especialistas recomendam que cuidados devem ser tomados.

Em tentativas anteriores a presidente havia recusado que este aumento fosse estabelecido em 40%. Os principais críticos da área financeira, que na época da rejeição consideravam um possível comprometimento da renda familiar, com este percentual, ainda mantém a mesma crítica. São medidas tomadas no corpo de um conjunto de decisões da equipe econômica, tendo em mente a aprovação do ajuste fiscal. É preciso estar atento aos resultados. #Crise econômica