O ano de 2015 não está sendo nada fácil para a economia brasileira. Com estimativa de retração no PIB (Produto Interno Bruto) de quase 2% para o ano, agora o que preocupa os especialistas é a nova estimativa em relação a inflação que poderá chegar aos quase 10% no ano. A alta do dólar é apontada como um fator importante nessa avaliação, mas outros aumentos não podem ser esquecidos. As tarifas de água e telefone, os combustíveis e as passagens de ônibus também impulsionaram a inflação em 2015.

Uma nova análise em relação ao PIB deixa o governo em alerta. Os dados analisados apontam para uma possível queda de 2% no Produto Interno Bruto, queda que não acontecia no Brasil desde 1990.

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Os especialistas ainda reduziram a taxa de crescimento do PIB para 2016. As primeiras análises direcionavam para uma alta de 0,2%, mas agora as estimativas mostram que o país ficará estagnado e, em princípio, não sofrerá retração.

A taxa de juros é outro número que preocupa. Atualmente nos 14,25% ao ano, o Banco Central não pretende subir mais a SELIC e acredita que no atual patamar a inflação deva ser contida. Uma luta diária está sendo travado com a taxa de câmbio no Brasil. Com o dólar nas alturas fica impossível segurar o repasse de aumentos ao consumidor. Na última sexta-feira (07), após dura intervenção do BC, o dólar fechou em R$ 3,50.

O aumento do desemprego também preocupa o governo federal atualmente. A fábrica da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo/SP colocou 7.000 funcionários em férias forçadas e paralisou a produção por duas semanas.

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As últimas notícias em relação a economia brasileira parecem um filme de terror. O Palácio do Planalto parece perdido e não consegue encontrar o rumo. Na última semana foi divulgado o lucro da Petrobras no último trimestre e a retração foi de 90%. Clique aqui e leia a notícia completa.

Com investidores amedrontados, desemprego em expansão e economia estagnada o Brasil parece que não irá produzir boas notícias muito cedo. O mercado espera uma reação da equipe econômica de Dilma Rousseff para logo e muito ajuste e corte de gastos para poder equilibrar a economia do Brasil. #Negócios #Crise #Crise econômica