A presidente #Dilma Rousseff ganhou, pela segunda vez, um prazo maior para explicar ao Tribunal de Contas da União (TCU), as irregularidades apontadas nas contas de 2014.

Conforme informações do portal G1, na última segunda-feira (24), o Executivo Federal solicitou um novo prazo para que o governo envie ao Tribunal, esclarecimentos sobre as irregularidades identificadas pelos técnicos do TCU, nas contas do governo, do ano passado. Nesta quarta, 26, o pedido foi aceito e um prazo de mais 15 dias foi dado.Com a decisão de hoje, Dilma tem até o dia 11 de setembro para explicar os pontos questionados, entre eles, as pedaladas fiscais.

No último dia 12, o Senado já havia encaminhado ao Tribunal de Contas, pedido de mais tempo para que a presidente pudesse dar explicações sobre os pontos que estão sendo questionados.

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Na ocasião, o argumento dos senadores foi que teriam surgidos "novos fatos", apontados pelo Ministério Público, junto ao TCU, e que esses fatos deveriam ser esclarecidos pelo Planalto e portanto, exigiriam que um novo prazo fosse dado ao governo federal. O Tribunal aceitou a solicitação e concedeu mais 15 dias. O prazo terminaria no próximo dia 27.

Os tais "novos fatos", apontados pelo Senado, referem-se a decretos assinados pela presidente,no ano passado,  e que abrem linhas de crédito suplementares, sem que o Congresso Nacional, tenha aprovado.

Todo o processo de análise das contas de 2014 do governo, culminaram na relação de diversas questões que foram consideradas pelo TCU, como carentes de explicação. Então, em 17 de junho, foi dado o prazo de 30 dias, para que a presidente e sua equipe, explicassem o que foi considerado pela fiscalização do Tribunal, de indícios de irregularidades.

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O novo prazo, até 11 de setembro, vai dar fôlego para novas articulações do governo com a base aliada e tempo para encontrar justificativas para as inconformidades apontadas. Não interessa para a presidente Dilma ter as contas levadas para votação, na Câmara, em tempos de tanta turbulência econômica, política e ética. #Crise econômica