É o fim dos tempos. Aposentados e pensionistas que, historicamente, sempre receberam adiantamento do 13º salário do INSS, em agosto, este ano, não vão ver a cor do dinheiro. Conforme o portal A Tarde, fontes do Ministério da Fazenda confirmaram que a presidente Dilma, já tomou a decisão.

Desde 2006, o #Governo adotou a prática de pagar aos beneficiários da Previdência Social, metade do 13º  salário. Inclusive, a presidente Dilma assinou decreto, ano passado, no qual garante que os repasses sejam feito entre os dias 25 de agosto e 5 de setembro e creditados aos aposentados e pensionistas, junto com o benefício mensal.

Porém, em tempos de vacas magras e confusões econômicas, o caixa do governo não pode ficar mais "pobre".

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Então, quem vai pagar o pato são os beneficiários, que podem ficar sem a antecipação de 50% do salário. O governo vai se valer do fato que não é obrigatório, por lei, tal pagamento.

Os Ministérios da Fazenda e Previdência tentam encontrar uma solução até o dia 20. No entanto, o governo diz não ter caixa para custear tal despesa, em um momento de ajuste das contas públicas.

Conforme noticiado no jornal O Globo, o deputado Carlos Sampaio, líder do PSDB na Câmara, considerou o fato como "mais um item do saco de maldades" da presidente da República. Sampaio afirmou que Dilma já alterou os direitos trabalhistas para pior, adiou para o ano que vem o o pagamento de parte do abono salarial e agora vai atrasar o adiantamento do 13º salário. Isso tudo em meio a um cenário dramático com inflação em alta, aumento do desemprego, taxa de juros altíssima e perda da receita das famílias.

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O líder do PSDB lembra que os trabalhadores, aposentados e pensionistas vão levar calote do em um momento de maior necessidade, e que são vítimas de um governo irresponsável e incompetente. 

Sampaio colocou no pacote das maldades do governo, o veto da presidente à proposta aprovada no Congresso, que  incluía aposentados e pensionistas que ganham mais que um salário mínimo no mesmo reajuste do mínimo, do mês passado.

Parece que o Planalto não está preocupado com as manifestações populares e que poderão ter engrossando a multidão, idosos revoltados. #Dilma Rousseff #Crise econômica