A multinacional Mercedes-Benz possui 4 fábricas no Brasil e hoje decidiu paralisar a produção de uma delas. A empresa localizada em São Bernardo do Campo/SP ficará duas semanas sem produzir um único veículo sequer. A intenção da montadora alemã é adequar a fábrica a nova realidade brasileira de recessão e vendas fracas. Os mais de 7.000 trabalhadores foram colocados em férias, mas ainda receberão os seus salários.

O mercado de automóveis no Brasil vem sofrendo com uma retração de quase 2% em 2015. A produção de veículos caiu quase 15% em relação ao mesmo período de 2014 de acordo com dados da Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores).

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As vendas também estão 25% menores e medidas estão sendo tomadas pelas fábricas de automóveis em todo o Brasil.

Entre os meses de junho e julho desse ano mais de 1.200 trabalhadores foram demitidos e o sindicato do ABC paulista disse que não aceitará mais demissões. A #Crise parece ganhar corpo justamente em um dos setores da indústria brasileira mais ajudados por medidas do #Governo. Entre 2012 e 2014 a redução ou isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) impulsionou as vendas de veículos em todos o país e nem com todo o empurrão a indústria automotiva escapa da crise e da recessão brasileira.

Medidas contra a crise

O ex-presidente Lula está sendo cotado para ocupar um cargo de Ministro no governo de Dilma Rousseff. A notícia se espalhou em Brasília/DF e fez partidários dividirem opiniões.

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A intenção do Palácio do Planalto é amenizar a grave crise política que se estabeleceu no governo Dilma e posteriormente minimizar a #Crise econômica que cresce no Brasil. De acordo com o jornalista Gerson Camarotti do G1, Lula poderia ocupar o Ministério da Defesa ou das Relações Exteriores. Os apoiadores da ideia defendem o fato de que sendo ministro, Lula ganha foro privilegiado e pode ter um julgamento mais tranquilo caso seja acusado na Operação Lava-Jato. De acordo com a Revista Veja, o ex-presidente seria o próximo alvo da Lava-Jato que chegou no nome de Lula após a delação de Léo Pinheiro, executivo da OAS.