O que já não está bom, promete ficar pior, e o dólar fechou na manhã desta terça-feira (22) a R$ 4,00. A cotação chegou a R$ 4,50 no cartão pré-pago, com o IOF de 6,38%. Em espécie, a moeda estava saindo por R$ 4,27. Na cotação, o dólar chegou a R$ 4,489 no cartão e a R$ 4,276 em espécie. Na Vips Turismo, os valores eram de R$ 4,22 e R$ 4,45, respectivamente. E infelizmente, as previsões apontam uma forte possibilidade da moeda americana chegar a 5,00 ainda esse ano.

Um dos motivos da elevação da moeda é a preocupação com as votações no congresso e com a possibilidade do banco central dos Estados Unidos aumentar os juros ainda esse ano.

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Essa foi a cotação mais alta desde a criação do Real. Aqui no Brasil, os reflexos chegam principalmente para quem pretende viajar para o exterior ou importar produtos de outros países, já que o dólar de turismo é ainda mais caro que o dólar comercial que é usado pelas empresas e bancos para as outras transações como exportação, importação e transferências financeiras.

Para quem vai viajar, a dica é tentar parcelar a viagem, pois esperar que a moeda caia é arriscado, já que as previsões apontam prováveis elevações no dólar e o que hoje é o máximo pode vir a ser o mínimo nos próximos dias. Outra dica interessante é pesquisar em diferentes casas de câmbio pois em momentos assim a diferença de preço pode ser alarmante.

Caso a sua viagem seja de curto prazo, vale apenas levar o dinheiro em espécie, já que o juros do cartão podem gerar ainda mais despesas.

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Lembrando que o uso de cartão de crédito internacional, deve ser feito com cautela, pois você não terá como precisar ao certo os valores gastos, já que a fatura será emitida de acordo com o câmbio do dia do seu fechamento.

Por tanto, se não for possível adiar a viagem ou deixar aquela comprinha de produtos importados para depois, o melhor mesmo é ter cautela e programar todos os gastos, sempre deixando uma margem para possíveis imprevistos. Pois com a moeda americana nas alturas e prometendo bater outros recordes de elevação, o melhor mesmo é ir com calma para não ficar ainda mais endividado. #Crise #Finança #Crise econômica