A #Crise econômica no país parece estar cada vez pior. Ao mesmo tempo em que o Governo Federal sugere a criação de novos impostos, e o país teve queda em seu grau de investimento, a desvalorização da moeda brasileira em relação à moeda americana não para de aumentar.

Segundo dados do UOL Economia, às 11:50 da manhã de ontem (12/09), um dólar americano custava R$3,8895. Ao final do dia, as operações fecharam com o dólar valendo R$3,8771, o maior fechamento desde 23 de outubro de 2002, quando chegou à marca dos R$3,9125.

Este cenário de altas vem assombrando o Brasil desde o primeiro dia do ano de 2015. No primeiro dia de operação das bolsas de valores no ano, em 3 de janeiro, a moeda fechou na casa do R$2,70 e operou estável, chegando até mesmo a cair para R$2,57, no dia 26 do mesmo mês.

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Desde então o que vemos são grandes altas e entre os dias 2 e 19 de março o dólar registrou uma alta de mais de R$0,40, passando pela primeira vez dos R$3,00 no dia 5 de março. A diferença entre os fechamentos do dia 03 de Janeiro e 13 de Setembro chega a quase R$1,17.  

Vale lembrar que os dados acima são válidos para o dólar comercial, já que o dólar turismo tem sido cotado acima dos R$4,00 desde o dia 4 de setembro, quando fechou à R$4,07.

O brasileiro já tem sentido no bolso o que a alta do dólar vem proporcionando. Preços absurdos nas gôndolas dos mercados, gasolina, água e luz mais caras, são apenas alguns dos exemplos.

A alta do dólar, aliada à crise política pela qual o país vem passando e somado com a inflação, faz com que o mais otimista dos brasileiros pense duas vezes antes de "botar a mão no fogo" pela nossa economia.

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Parece que a marolinha da qual o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva falava, acabou se transformando em um devastador tsunami, que arrasta com brutalidade para longe a esperança e a estabilidade do cidadão brasileiro. A situação no país parece tão complicada, que há quem diga que as previsões de que o dólar comercial opere a R$4,00 no fim de 2015, são otimistas. #Governo #Crise econômica