Nesta segunda feira (14), o #Governo federal anunciou nove medidas de corte de gastos que chega o total de R$ 26 bilhões. Essas medidas foram a saída que os ministros encontraram para equilibrar o déficit (gasto maior do que a receita) e garantir meta de superávit primário de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016. O mais afetados foram os servidores públicos, saúde, programa Minha Casa, Minha Vida, suspensão dos concursos públicos, entre outros. Os ministros também anunciaram o retorno da CPMF (Contribuição Provisória Sobre Movimentações Financeiras) para arrecadar 32 bilhões, para diminuir o déficit da Previdência Social.

As medidas de cortes de gastos anunciados pelo ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento):

  • Adiamento do reajuste dos Servidores (7 bilhões)
  • Suspensão de concursos (1,5 bilhões) 
  • Eliminação de abono de permanência (1,2 bilhões) 
  • Implementação do teto remuneração do Servidor público (800 milhões)
  • Custo administrativo (2 bilhões) 
  • Mudança de fonte do PAC - Minha Casa, Minha Vida (4,8 milhões)
  • Mudança de fonte do PAC - Sem Minha Casa, Minha Vida (3,8 bilhões) 
  • Cumprir o gasto constitucional com saúde (3,8 bilhões) 
  • Revisão da estimativa de gasto com subvenção agrícola (1,1 bilhão) 

A volta do CPMF

O anúncio do retorno da CPMF (Contribuição Provisória Sobre Movimentações Financeiras) é uma medida para diminuir o déficit da Previdência Social e garantir o pagamento da aposentaria que será de 48 meses segundo Levy.

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Esse imposto era conhecido como "imposto do cheque" com alíquota a 0,2%, incide todas as movimentações bancárias para as pessoas físicas como: Saques, transferências, pagamentos de fatura de cartão e boletos. Por exemplo, se a pessoa comprar o carro no valor de 30 mil a contribuição sobre alíquota é de R$ 60,00. Segundo o ministro Joaquim Levy "É uma contribuição de prazo determinado, com objetivo determinado, que é pagar as aposentadorias. Dar tranquilidade a Previdência Social" e ainda acrescentou "Depois de ouvir muitos empresários, essa é forma eficaz de proteger a Previdência Social em um momento que a economia enfrenta dificuldades, que tem se agravado, com essa questão de investimento".    #Dilma Rousseff #Crise econômica