Em recente declaração feita pelo Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, o #Governo está avaliando a possibilidade de continuar ou não com o programa habitacional 'Minha Casa Minha Vida 3'. Isto ocorre em virtude da dificuldade financeira que o país está atravessando, por conta da crise econômica. O ministro fez estas declarações durante o Encontro Nacional da Indústria de Construção, em Salvador, na Bahia.

Segundo Gilberto Kassab, a prioridade do governo, no momento, é dar prosseguimento à segunda fase do 'Minha Casa, Minha Vida'. Com relação à crise econômica, o ministro provocou vaias e protestos dos presentes ao encontro, ao afirmar que a crise na China estaria trazendo reflexos negativos para a economia brasileira.

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A divulgação das medidas de ajuste econômico, segundo o mesmo, não afetariam a continuidade do programa. Entretanto, o lançamento da fase 3 ainda não saiu das etapas de planejamento. A data oficial para seu lançamento seria dia 10 de setembro. Como nada foi feito ainda, o ministro teme que a fase 3 não possa mais ser iniciada. A opinião de Kassab é de que o mesmo não saia antes da votação do orçamento para 2016, o que não foi nem votado pelo Congresso Nacional.

O ministro declarou ainda que só existem recursos disponíveis para a conclusão da fase 2. E é nesta fase que o governo está querendo dirigir o seu foco de ação. De acordo com André Montenegro, presidente do Sindicato das Indústrias de Construção Civil no Ceará (SINDISCON), o que falta é dinheiro para o governo viabilizar o programa.

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Mudanças no Minha Casa Minha Vida

O governo realizou mudanças na faixa de renda para os participantes do programa. Assim, os inscritos na faixa 1 passam de 1,6 mil para 1,8 mil por família. Nesta faixa, não há juros na cobrança das prestações a serem pagas. Outra alteração é a criação de uma faixa intermediária, a de 1,5, com um rendimento de até R$ 2.350,00 mensais e que contará com subsídio de até 45 mil reais.

Esta nova faixa criada terá uma incidência de juros de 5% ao ano. As faixas 2 e 3 do programa, que possuíam juros de 5 a 7,16% anuais, passarão para uma faixa de juros entre 6 a 8% ao ano, dependendo da renda bruta familiar. #Blasting News Brasil #Recessão no Brasil