Tanto para investidores de bolsa de valores quanto para os demais leitores é de imensa importância o conhecimento das oscilações do dólar (US$) mediante à nossa moeda nacional o real (R$).

Basta observar a quantidade de produtos importados que fazem parte de nosso cotidiano, além de interferir em fatores como viagens ao exterior ou remessas de valores por parte de pessoas vivem em países que em sua grande maioria são cotados pela moeda americana.

Há diversos pontos pessoais e empresariais nas corporações, que devem ser levados em conta ao acompanhar o "sobe e desce" do dólar, mas existe uma forma bastante eficaz para termos esse parâmetro, como acompanhar declarações e artigos de economia que mencionam os Bancos Centrais (EUA e Brasil).

Com a volatilidade da moeda americana nos últimos meses, muito têm-se discutido quanto cotação para o próximo ano.

Publicidade
Publicidade

Seria possível fazer uma previsão confiável para os próximos meses, mesmo com o cenário ainda turvo no Brasil e declarações defendendo a alta de juros nos EUA por parte do presidente do Fed (Banco Central Americano) em entrevista concedida à emissora CNBC, o que elevou fortemente o dólar e os juros dos Títulos do Governo Americano nesta última semana, segundo publicado no site do Estadão.

O site divulgou nesta segunda-feira, 21 de setembro, que o dólar chegou a encostar os R$ 4,00, porém no fim dia perdeu fôlego sendo cotado em R$ 3,977.

Contando com três intervenções recentes, na tentativa de conter a volatilidade do dólar no mercado, o Banco Central do Brasil tem ofertado em ações denominadas leilões de linha, ofertando US$ 3 bi. 

O BC determinou os critérios nesse leilão de segunda-feira (21), sendo esse montante distribuído em operações distintas - conhecidas como leilão "A", com recompra de corte no valor de R$ 4,213980 (4 de abril de 2016) - no leilão "B" acompanhamos a recompra em R$ 4,320002 (5 de julho de 2016).

Um dos radares do mercado, segundo o artigo em destaque a confirmação do IBC - Br de Julho (queda de 0,02%) com a contração da atividade, ainda que na média de (0,25%).

Publicidade

#Educação #Comunicação #Crise econômica