Em setembro a secretaria do Tesouro Nacional anunciou o endividamento do país, este percentual atingiu a marca dos R$ 425 bilhões de reais, o que corresponde 16,43% da soma total do endividamento. O aumento da dívida este ano está relacionado a emissão de títulos mais a soma da dívida externa. A dívida externa subiu e foi elevada com a alta crescente do dólar, ainda este ano a dívida pode chegar ao maior patamar da história, segundo informações do Banco Central.

A participação de investidores estrangeiros diminuiu, devido à insegurança do mercado financeiro nas operações. O Tesouro Nacional publicou informações dos cálculos da dívida baseados nos contratos de swap cambial, que funcionam como uma venda de dólares no mercado futuro, o que seria contratos para troca de riscos com data definida.

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No vencimento deles, o Banco Central se compromete de pagar a taxa de juros sobre o valor dos contratos e recebe a variação do investidor no mesmo período.

A dívida representa 65% do PIB do Brasil, ou seja, de toda riqueza produzida pelo nosso país. É um volume preocupante, o que mostra uma situação de fragilidade da economia que nosso país se encontra, precisa-se examinar com atenção o aumento da dívida brasileira, já que os gastos com os juros da dívida vão aumentar, comprometendo ainda mais o orçamento. O rebaixamento da nota de crédito do país teve origem no descontrole da dívida avaliado pelos órgãos internacionais, o endividamento do país ainda vai crescer e deve chegar aos 70% do PIB até o final de 2015.

A medida mais relevante em relação ao PIB é o custo da dívida, que quer dizer quanto efetivamente gastamos daquilo que produzimos para pagar os juros da dívida.

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Aqui os indicadores emitem sinais de alerta e revelam que a dívida não é somente crescente e veloz, mas também cara.

De acordo com o Tesouro Nacional, no nono mês do ano, a dívida brasileira apresentou crescimento de 1,80%, alcançando o valor de R$ 2,7 bilhões edeverá encerrar o ano entre R$ 2,6 bilhões e R$ 2,8 bilhões, de acordo com informações do Tesouro Nacional que foram divulgadas no início do ano. #Governo #Crise #Crise econômica