O Ibovespa, que estava estável, saiu da estabilidade inicial graças ao bom desempenho da #Petrobras e Vale. Sendo assim, nessa terça feira (6), o índice tenta realizar sua sexta alta consecutiva, o que seria a maior sequência de ganhos diários desde agosto do ano passado. Às 10h44 no horário de Brasília, o Ibovespa subia 0,60%, a 14.885 pontos.

Já o dólar, que causou espanto na última quinzena por atingir a R$ 4,20, teve queda de 1,15% custando atualmente R$ 3,87 a venda. Nas ações, a Petrobras sobe depois do plano que realizou o corte no investimento de US$ 28 bilhões, para US$ 25 bilhões em 2015. O que causou grande impacto econômico com a queda nos preços do petróleo e desvalorização do real frente ao dólar.

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Moody's

O relatório da agência de classificação de risco, Moody's, diz que o Brasil ainda deve sofrer contração de 3% na atividade econômica em 2015. A agência afirma que não crê na possibilidade do Brasil atingir um crescimento real de 2% e superávits primários de pelo menos 2% do PIB (Produto Interno Bruto) até 2017-18, resultados que são extremamentes necessários para estabilizar a relação entre a dívida e o PIB, em geral.

Mas ainda existem esperanças pois, "apesar de as dinâmicas atuais de crescimento serem piores do que a agência antecipava, as forças subjacentes do Brasil ainda são suficientes para manter o grau de investimento", afirmou Susan Knapp, diretora-gerente da Moody's Latin America.

Destaques de ações

As ações da Vale estão em alta, o minério de ferro, principal produto da empresa, não tem cotação negociada na #China hoje por conta do Feriado Nacional Chinês que termina na quarta-feira.

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Portanto, a notícia do Tratado Trans-Pacífico fica no radar.

Países que representam 40% do PIB global fecharam ontem um acordo comercial que une economia dos dois lados do Pacífico, o que se torna um elemento crucial na estratégia econômica americana para conter a influencia da China na Ásia, considerada a maior fonte de dinamismo econômico do século 21. Para os especialistas, o acordo dificulta ainda mais as exportações brasileiras para os países asiáticos, especialmente se tratando de produtos manufaturados. #Crise no Brasil