Um dos programas sociais mais populares do #Governo petista, o Farmácia Popular, parece que está com os dias contados. Isto por que o governo federal, anunciou que o repasse para manter o funcionamento do programa será zerado para o ano que vem. O intenção é cortar a quantia de R$ 578 milhões destinados ao mesmo. A medida trará impactos profundos na sociedade em geral, principalmente, na população mais carente. Para alguns empresários do comércio varejista, a medida terá pouca influência sobre as vendas.

Com o anúncio do fim de repasses para o programa, um sentimento de temor e apreensão toma conta de quem depende do programa para adquirir medicamentos.

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É o caso de população mais carente, que não tem condições financeiras de desembolsar uma quantia maior para a compra de medicação, principalmente de uso contínuo.

Em Fortaleza, cerca de 190 farmácias são cadastradas para fornecer medicamentos para o programa. Todas estas unidades de comércio varejista serão afetadas pelo corte do governo. A proposta do governo é zerar a verba destinada ao programa em todo o Brasil. Com isto serão cortados os mais de R$ 500 milhões destinados ao programa para o ano de 2016. O corte deixará de fornecer a quem precisa, medicamentos gratuitos para diabetes, pressão alta, mal de Parkinson, rinite, osteoporose, glaucoma e outros. Serão afetados também o fornecimento de fraldas geriátricas.

Segundo os representantes das entidades dos profissionais farmacêuticos, a medida terá um impacto negativo muito profundo.

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A população mais carente será afetada, pois, sem condições de adquirir os mesmos medicamentos na rede privada e por um preço mais elevado, eles recorrerão aos postos de saúde e outras unidades básicas de atendimento. Nestes locais, infelizmente, a falta de medicamento já é uma realidade constante. Sem a Farmácia Popular, muitos vão ficar sem tomar os remédios necessários. Em certos casos, a falta da medicação adequada para tratar uma doença, poderá induzir o aparecimento de outra mais grave.

Na visão dos empresários do setor varejista de medicamentos, a medida terá pouca influência nos lucros do setor. De acordo com Deusmar Queiroz, presidente do maior grupo de farmácias do Brasil, a comercialização destes medicamentos representa apenas 2% do seu faturamento mensal. Com cerca de 50 unidades do grupo cadastradas em Fortaleza, o empresário acredita que, esta diminuição será facilmente suprida por quem tem condições de comprar os medicamentos da rede privada. De acordo com a opinião do mesmo, será um gasto maior para o governo, pois a população que adoece irá procurar mais os hospitais para o atendimento. #Dilma Rousseff #Crise econômica