Com a atual crise financeira que circunda nosso país, os bancários entrarão em #Greve, em um movimento no qual a categoria reivindica melhores condições de trabalho, a partir de amanhã (06).

Por meio da realização de assembleias, os bancários decidiram entrar em greve sem data definida para o retorno às atividades. Entre as reivindicações, a categoria exige aumento salarial no montante de 16%, contudo, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apenas se dispôs a aumentar 5,5%, cerca de 1/3 do valor reclamado, logo, um acordo não fora alcançado.

Greve reivindica melhores salários

Os bancários, em números, querem piso salarial no valor de R$ 3.299,66, e ainda Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 3 salários, que seria cerca de R$ 7.246,82.

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Contudo, a proposta da Fenaban é bem menos otimista do que isso, oferecendo pisos salariais que variam entre R$ 1.300 e R$ 2.500 reais, e PLR limitada a parte do sálario, em média 90%, que é cerca de R$ 1.939,08, limitado ao valor de R$ 10.402,22 e parcela de 2,2% do lucro dividido (líquido), limitado ao montante de R$ 3.878,16. Além disso, outros benefícios foram propostos, tais como auxíli-creche/babá, auxílio refeição, cesta básica, 13° de cesta, qualificação profissional, gratificação de compensador de cheques, entre outros.

Bancários sem previsão de retorno ao trabalho

Enquanto as partes não chegam a um acordo, quem sofrerá as consequências são os consumidores, que vão enfrentar dificuldades para a realização de atividades rotineiras relacionadas aos bancos, atrasando assim muitas outras coisas.

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A greve mais longa de que se teve história aconteceu no ano de 2013, quando os trabalhadores do setor mantiveram as atividades cessadas por longos 23 dias, prejudicando fortemente a economia nacional.

Evite transtornos

Para evitar possíveis imprevistos, aproveite esta segunda para resolver pendências que necessite atendimento preferencial.  Evite também ir a bancos durante a greve. Opte pela internet para realizar as operações mais simples. 

Espera-se que bancários e Fenaban entrem num acordo o mais breve possível, reduzindo nosso prejuízos e preocupações, vez que o cenário da economia nacional já não é dos mais favoráveis. #Governo #Crise econômica