As lojas Marisa é destaque no seguimento de roupas e acessórios para mulheres em todo país. Um dos seus meios de venda e contato com o cliente acontecia de forma direta. Acontecia, pois agora já não acontece mais. A varejista resolveu reavaliar os seus métodos e encerrou as atividades de vendas diretas, via catálogos.

Esse sistema teve início na empresa no ano de 2012, com o objetivo de projetar a marca e facilitar ainda mais o contato com o consumidor, é o que afirma o diretor financeiro da empresa.

Crise Econômica: principal motivação

Diante de tantos pormenores e incertezas econômicas, fica inviável dar continuidade a este tipo de canal de vendas e, por isso, a Marisa decidiu encerrar essa atividade, dando mais foco para as vendas nas lojas físicas.

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Apesar das estatísticas da empresa apontarem crescimento de cerca de 10% com esse canal alternativo de venda, a varejista afirmou que essa poderia ser uma fraqueza, pois as lojas físicas estavam sendo prejudicadas e perdiam vendas, o que não é o objetivo da empresa.

Marisa encerra vendas diretas no Brasil

Outro ponto fundamental que levou a Marisa a tomar essa decisão é o fato de que suas principais concorrentes, as lojas de departamentos conhecidas pela classe C e D, como a C&A e a Riachuelo, estarem estabilizadas mesmo em meio à #Crise econômica que se instaurou nos últimos meses, enquanto isso, os resultados da Marisa apontaram queda e resultados inferiores aos anos anteriores.

Desta forma, não houve outra saída senão a de encerrar as atividades de venda direta e passar a focar apenas nas lojas já existentes.

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Caso o quadro não se estabilize nos próximos meses, a empresa prevê uma reestruturação no quadro dos funcionários, o que pode levar à homologação de funcionários e demissões em muitas lojas.

Alguns reajustes são necessários para que a empresa volte a ter crescimento, algumas lojas da Marisa Lingerie foram fechadas, pois o retorno não foi como o esperado, pois o seu público não era o mesmo das lojas tradicionais, já conhecidas em todo país. Agora é tempo de reestruturação. #Negócios #Blasting News Brasil