O projeto para que a Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF) volte a ser cobrada dos brasileiros está no Congresso Nacional, mas a pressão política e popular são entraves graves para o #Governo Federal. Para o Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a não aprovação deste imposto poderá colocar em risco programas muito relevantes para os trabalhadores como o seguro-desemprego e o abono salarial.

Na última quarta-feira (14), Levy participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados em Brasília/DF e fez questão de destacar a importância da aprovação da volta da CPMF e disparou que há risco de programais importantes do governo serem cortados caso o retorno do imposto não retorne.

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Joaquim Levy afirmou que o equilíbrio das contas depende desta aprovação do Congresso Nacional.

A proposta de volta da CPMF foi mencionada em setembro deste ano pela equipe de governo, após o agravamento da #Crise econômica e das contas do Governo Federal estarem no vermelho. A queda na arrecadação está deixando a equipe econômica de Dilma Rousseff sem saída e a busca por novas receitas está agravando a crise política no Brasil.

Até 2007 o tributo foi cobrado e, em teoria, existia para cobrir gastos do Governo Federal com projetos de saúde. A intenção de Joaquim Levy é que a alíquota seja de 0,2% em toda e qualquer transação bancária e que volte tão logo seja aprovada pelo Congresso Nacional. Ainda há um outro imposto em pauta para que seja aprovado pelos Deputados Federais e Senadores, que é o Imposto sobre Grandes Fortunas.

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A ideia da equipe econômica do governo é taxar grandes fortunas no exterior e regularizar ativos de cidadãos brasileiros que se encontram além das fronteiras do país. Tal cobrança seria para ajudar o governo a colocar a andar a reforma do ICMS, que é um tributo estadual. Mesmo com tantas sugestões de onde buscar novas fontes de receita, o ministro afirmou que o governo precisa manter os cintos apertados.

Joaquim Levy disse que as contas do governo precisam ser revistas para que se equilibrem. Um ajuste rápido é necessário para que o país volte a crescer e a geração de emprego recomece. O crescimento econômico só é possível quando as contas públicas estão em ordem. O ministro afirmou que tem muito trabalho pela frente e que é urgente o equilíbrio político, econômico e social do Brasil ocorra para que o país caminhe em direção ao futuro.

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