Os dados publicados a respeito do balanço das contas do #Governo Dilma, nesta quinta-feira (26), apontam para um grande prejuízo nas contas públicas, do começo do ano até agora. De acordo com a análise dos técnicos do Tesouro Nacional, as informações mostram um déficit, cujo valor está muito além das expectativas e dos parâmetros que a área econômica está habituada a trabalhar.

As análises são feitas de forma muito minuciosas e sempre trabalham com períodos de estudo, para efeito de comparação. No caso do Brasil, as comparações são estudadas em blocos e abrangem os resultados do período de 1997 até o último mês fechado de 2015, no caso atual, em outubro último.

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Pelos mais recentes dados publicado, na data de ontem, o governo chegou até o final do mês de outubro último com um déficit, ou seja, as receitas foram menores que as despesas, o que gerou um prejuízo muito grande ao nosso erário público. Novamente, tomando-se a análise desde 1997 até agora, o Brasil fechou as contas com um rombo da ordem de R$ 12,27 bilhões. Este foi considerado o pior resultado até agora. O último resultado que era considerado o pior até então, tinha sido em 1998, quando este déficit alcançou a marca de R$ 1,46 bilhão. No acumulado dos dez meses, o resultado chegou a R$ 33 bilhões. Mais uma vez, o governo Dilma superou a sua última, que foi de R$ 11,63 bilhões, no ano passado.

Nas justificativas técnicas dos especialistas da área econômica do governo, algumas causas deste rombo já foram  identificadas.

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Os baixos investimentos das empresas devido à crescente #Crise econômica contribuíram para que a arrecadação do governo, em impostos, caísse consideravelmente. Além disto, a falta de contratação de mão de obra e as demissões contribuem para agravar o quadro.

Entretanto, a principal causa para o aumento do rombo nas contas públicas, de acordo com Marcelo Saintive, secretário do Tesouro Nacional, foi o pagamento antecipado da primeira parcela do décimo terceiro aos aposentados e pensionistas do INSS, o qual ocorreu no mês passado. Foi o suficiente para que a Previdência Social amargasse um prejuízo de cerca de R$ 19,8 bilhões, se comparado com o mês de outubro de 2014, que ficou em  R$ 2,89 bilhões. O governo ainda não fala em totalizar este prejuízo quando a última parcela for paga até o final do ano. Até lá, teremos que aguardar para conferir. #Finança