Jornais e revistas foram extintos no Brasil e outras centenas de jornalistas perderam seus empregos neste 2015, conhecido pelo ano da #Crise. O campo da comunicação segue apenas os índices ruins em todo o país. No mês de outubro, por exemplo, quase 200 mil postos de trabalho foram fechados em todo o território nacional, a pior marca nos últimos 20 anos. Mas engana-se quem pensa que a coisa anda ruim só aqui em terras tupiniquins. Um dos grupos de comunicação mais respeitados do mundo, a BBC, também não anda tão bem das pernas assim.

De acordo com informações do site 'Tela Viva', a empresa inglesa já fez seu orçamento para 2016.

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Nele, cortes que chegam a 150 milhões de libras esterlinas. De acordo com a cotação desta sexta-feira, 20, esse valor corresponde a quase R$ 1 bilhão. Os cortes no orçamento foram motivados porque também caíram as receitas da BBC.

Além disso, os britânicos estão deixando de pagar um imposto conhecido como taxa de broadcasting, parando de assistir ao canal, que é conhecido em todo mundo pelos grandes documentários. Qualquer pessoa que assista à TV na Inglaterra é obrigada a pagar o imposto; caso contrário, pode até ser presa. A questão é que o público tem preferido não assistir mais TV  e recorrer à internet, onde muitos dos produtos da própria BBC podem ser vistos de maneira gratuita. A modernidade e a evolução da sociedade tem criado problemas para o grupo de comunicação.

Com os cortes nas libras esterlinas, muitos postos de trabalho vão simplesmente deixar de existir.

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Mais de mil funcionários devem ser demitidos. O objetivo é deixar a estrutura o mais enxuta possível, tentando manter ao mesmo tempo a qualidade conhecida da estação. No entanto, nos próximos meses, mais cortes devem ser feitos, podendo chegar a R$ 2 bilhões. 

Agora, dentre as novidades, está o fim da interatividade pela televisão, dando prioridade à internet. Por conta da queda na arrecadação de tributos, o governo da Inglaterra já estuda cobrar o imposto até mesmo para quem não tem TV e começar a investir na programação por streaming.   #Desemprego