E quando acreditava-se que a crise econômica ainda não tinha chegado em sua pior fase, a presidente da república do Brasil, senhora Dilma Rousseff, editará um decreto com mais cortes de despesas do #Governo federal. De acordo com informações do jornal 'O Globo', a medida é para seguir uma orientação fiscal do Tribunal de Contas da União, o TCU. Dessa forma, o país entrará pela primeira vez na história no chamado "shut down", que significa a suspensão de todos os pagamentos e despesas discricionárias.

Nessa conta, entram as bolsas de estudos no Brasil e no exterior, os trabalhos de fiscalização e investigação da polícia e da receita federal, além do pagamento de luz, telefone, água, gás e outros.

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A ideia do governo federal é tentar negociar com as concessionárias, para que mesmo não pagando, não tenha os serviços cortados.

Com o agravamento da crise, Dilma Rousseff decidiu cancelar as viagens que tinha para a Ásia, deixando de visitar assim o Vietnã e o Japão. Segundo o G1, o cancelamento do encontro com o governo japonês criou o chamado "acidente democrático". A medida emergencial foi tomada porque nem mesmo o governo pode fazer novos cortes das despesas discricionárias a partir de primeiro de dezembro. Oficialmente, o governo nega que esteja com problemas financeiros, mas sim apenas com orçamentários. 

O governo também disse que nesta segunda-feira, 30, uma nota trará detalhes de como ocorrerão os cortes e pediu que ninguém fique alardeado antes da hora. 

Em grupos na internet, estudantes que sobrevivem com bolsas de estudos começaram a temer que de fato os cortes ocorram na educação.

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Até pais de alunos se manifestaram em sites como o Facebook. No início deste ano, as bolsas internacionais sofreram atrasos de meses e alguns estudantes optaram por voltarem ao Brasil, dizendo-se decepcionados com o sonho que foi interrompido.

Enquanto isso, a inflação beira os 10%, escândalos e mais escândalos aparecem e até mesmo o cargo de Dilma, a presidência, pode ser alvo de um processo de #Impeachment#Crise econômica