A secretaria do Tesouro Nacional divulgou nesta quinta-feira, dia 26 de novembro, o balanço geral das contas do #Governo até o último mês de outubro. Segundo os órgãos, as informações não são nada animadoras. Pelo levantamento, o governo fechou o último mês com as suas contas no vermelho.

O mês de outubro último, foi considerado, pelos técnicos do Tesouro Nacional, como o pior mês em relação ao estudo que vem sendo feito desde 1997. O mesmo apresentou um déficit (quando as despesas são maiores que as receitas), no valor de R$ 12,27 bilhões de reais. O pior resultado para este mesmo período estudado, tinha sido em 1988, quando o mesmo apresentou um resultado na casa dos R$ 1,46 bilhão.

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Ao se fechar a conta do governo, do acumulado nestes dez primeiros meses do ano, e novamente, considerando o acumulado histórico, do período iniciado em 1997, até hoje, chegaremos ao rombo monumental na casa dos R$ 33 bilhões de reais. Este valor supera o valor apurado, para o mesmo período, no ano de 2014, cujo acumulado ficou em R$ 11,63 bilhões. É uma grande cifra para um país que enfrenta uma grave #Crise econômica como o nosso .

Os técnicos do governo tentam buscar justificativas para um salto da dívida interna. Segundo os mesmos, o crescimento vultoso neste ano deve-se ao pagamento de aposentados e pensionistas do INSS, do adiantamento do décimo terceiro salário. Os cálculos apurados pelo INSS, indicam uma elevação da casa dos R$ 2,89 bilhões de reais, em 2014, para R$ 19,8 bilhões, neste ano.

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Este valor é em relação ao déficit previdenciário, gerado pela despesa com os aposentados e pensionistas, mencionados acima.

Outro fator que contribuiu para o aumento deste déficit bilionário, foi o recuo da empresas com relação à diminuição de suas atividades de mercado. Isto foi motivado pelas incertezas geradas pela crise econômica. Com esta redução, a arrecadação tende a encolher também, logo as receitas totais tendem a diminuir. As empresas podem optar pelo adiamento de se recolher os seus impostos devidos, pois os empresários têm a opção de alterar o seu regime de recolhimento de impostos e assim, postergar a entrada de dinheiro, via arrecadação, nos cofres do governo.

O valor do rombo possui a tendência de elevar-se, caso seja incluído, nas contas, os gastos com as pedaladas fiscais. Além disto, a quantia obtida com os leilões do setor elétrico, que deverão render cerca de R$ 11 milhões para o governo, poderá ser paga somente a partir de 2016. Prevê-se assim uma elevação deste rombo para a casa dos R$ 120 bilhões.

As previsões das metas fiscais a serem atingidas, precisam, antes de tudo passar pelo crivo do Congresso Nacional. As revisões de metas precisam ser feitas e somente com o aval do poder legislativo, embasados em conhecimento profundos de economia e finanças, para que o país possa enxergar que deverá tomar.

  #Finança