O #Governo brasileiro passa por momentos difíceis no quesito gestão de suas empresas públicas. Com a crise econômica que se assola no país, o Ministério da Fazenda fechou o cerco, impedindo que novos concursos fossem feitos. Agora Dilma Rousseff tem mais um problema para administrar. Isso porque desde a terça-feira, 10, a EBC, Empresa Brasil de Comunicação, está com seus trabalhadores em greve. A decisão aconteceu depois que a instituição e os sindicatos passaram semanas negociando, mas não chegaram ao chamado novo acordo coletivo, visando os novos salários dos profissionais. 

Os servidores da EBC querem que seus salários sejam corrigidos de acordo com o IPCA, que é o Índice que mede os preços ao consumidor em todo país.

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Além de um chamado aumento linear dos salários, no qual os trabalhadores passariam a receber R$ 450 a mais mensalmente. Os tíquetes alimentação e refeição também são objeto de reivindicação. Os grevistas querem que esse benefício tenha o aumento de 4,25%. A EBC ofereceu 3,5%, reajuste que não foi aceito pelos profissionais, representados por seus sindicatos. 

O aumento de 3,5% foi anunciado, na última segunda-feira, 9, em Brasília. No entanto, na reunião entre os representantes da EBC e dos sindicatos, tal condição não foi aceita, fazendo com que os profissionais, que já tinham feito um aviso de #Greve na última semana, efetivassem o anúncio. A empresa pública pede que os funcionários voltem a trabalhar e já entrou com um pedido de dissídio no Tribunal Superior do Trabalho, o TST. 

Em nota, a direção da EBC diz lamentar o fato de seus servidores terem entrado em greve e diz que o seu principal objetivo é conseguir a negociação do impasse, mantendo-se assim à disposição de seus trabalhadores públicos.

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Como a negociação não foi aceita pelos sindicatos, a EBC disse que não teve outra solução, a não ser entrar com uma ação no TST.

Já o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal tenta agora reabrir as negociações. Com isso, ainda não há uma previsão para a greve acabar.