A pesquisa que foi realizada pelo (PEIC) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgou queda do número de devedores (inadimplentes) no país. Houve retração no mês de novembro de 2015 (61%) em comparação aos dados de outubro de 2014 (62,1%) e índice menor relativo a novembro, também de 2014.

Analisando o gráfico entre 2014 e 2015, notou-se que as pessoas inadimplentes foram cerca de (22,7%) (nov.), inferior a 23,1% (out.2015).

ENTENDA PORQUE OCORREU ESSA QUEDA COM RELAÇÃO AOS INADIMPLENTES

Com a alta da inflação, juros exorbitantes, principalmente do cartão de crédito e rotativo, aumento da conta de luz, que permanece com a bandeira vermelha, gás de cozinha, transporte, gasolina e derivados, e alimentos, as pessoas começaram a economizar e planejar melhor o orçamento.

Publicidade
Publicidade

O consumo diminui, e, com o salário permanecendo o mesmo, os consumidores passaram a evitar dívidas e procuraram quitar os seus débitos em atraso, para que não gerasse uma 'bola de neve'.

O orçamento familiar tinha que fechar e para conseguir equilibrar as contas, fez-se necessário diminuir os gastos e quitar débitos. Com isso, o poder de compra do brasileiro encolheu devido a carga tributária.

SAIBAM QUAIS SÃO OS MAIORES VILÕES DA INADIMPLÊNCIA ENTRE OS CONSUMIDORES

De acordo com a pesquisa foram: o cartão de crédito (78,4%), carnês (16,2%), financiamento de automóveis (13,2%), créditos pessoais e empréstimos (9,69%), eles contribuíram para que as pessoas se endividassem e não conseguissem pagar a dívida. Para a maioria das pessoas, é difícil fechar a conta, pois a carga tributária é embutida em tudo, dos bens de serviços aos produtos de consumo.

Publicidade

O governo, com o aumento dos impostos, sacrificou o bolso do trabalhador. É preciso para 2016 que pensem em melhores fórmulas e possam diminuir a carga tributária do país. O brasileiro já não aguenta mais e o próximo ano é de eleições, o que se espera é candidatos com soluções para ajudar a população, e um governo com medidas mais adequadas e justas para o povo. #Finança #Crise econômica #Crise no Brasil