O tão esperando dinheiro extra está chegando. Para muitas pessoas, o 13° salário é sinal de alívio e possibilidade de quitar dívidas em atraso. Em tempos de #Crise, o pagamento do 13° salário deve injetar cerca de 173 bilhões de reais na economia brasileira até o fim do ano. Mas, onde esse dinheiro todo vai parar? Um pouco de cada lado. Para alguns, a prioridade é quitar dívidas e limpar o nome. Mas para outros, a prioridade são os presentes de #Natal.

De acordo com uma pesquisa feita pelo SCPC (Serviço de Proteção ao Crédito), 43% dos entrevistados pretendem usar parte do dinheiro extra para comprar presentes de Natal. Já 24% pretendem usar o dinheiro para quitar dívidas antigas e 31% dos entrevistados disseram que vão poupar ou investir, o que significa preocupação com o cenário atual e cautela para o futuro.

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Marcela Kawati, economista-chefe do SPC Brasil, alerta que o ano que vem pode ser um ano cheio de imprevistos, desempregos e inflação alta. Usar o dinheiro do 13° para uma poupança pode salvar a vida financeira de muita gente. Ela ainda explica que a melhor maneira de usar o dinheiro depende da situação financeira de cada pessoa. Ela ressalva que o importante é separar sempre um pouquinho para reserva financeira.

É sempre bom se programar também para janeiro, visto que é o mês onde temos maiores gastos com impostos, materiais escolares, matrículas e seguros. Além disso, também é mês de férias, que pode implicar em gastos inesperados.

Festas de fim de ano, presentes para comprar, contas para pagar, tanta coisa para fazer que já tem gente pensando além do 13°, segundo dados da mesma pesquisa. Na pesquisa do SCPC, quase 40% dos entrevistados disseram que pretendem fazer “bicos” durante o fim de ano para ter uma grana extra, principalmente as mulheres e pessoas de renda mais baixa.

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A mesma pesquisa revela que a maioria dos entrevistados estão preocupados com o cenário econômico do país, e diz que estão com medo do ano que se aproxima.

O correto, então, é ter cautela com gastos desnecessários e se preparar para uma possível mudança econômica. O alerta dos especialistas é para que não se faça dívidas altas e longas, principalmente nesse fim de ano, época em que o comércio está aquecido de ofertas tentadoras e planos de pagamentos para sumir de vista. #Finança