A #Crise que atinge o Brasil, também pega em cheio os meios de comunicação. Diversas empresas não estão mais segurando as pontas e anunciam demissões dia após dia. Na lista, companhias tradicionais, como a Veja, Grupo Globo, Grupo Bandeirantes, as empresas de Silvio Santos e também a Rede Record de #Televisão. De acordo com informações do jornal carioca O Dia, a rede de TV de Edir Macedo começou a realizar demissões nessa sexta-feira, 13.

A maior parte dos demitidos deve ser contratada por uma empresa terceirizada, a Casablanca. Essa terceirizada, inicialmente, ficará a cargo das produções dramatúrgicas e também de alguns programas de entretenimento.

Publicidade
Publicidade

No entanto, caso dê certo, o jornalismo da Record também deve sofrer essa terceirização. 

O movimento de demissão foi complicada, com pelo menos duas greves no último mês. A paralisação aconteceu porque os sindicatos dos trabalhadores não conseguiu se entender com a alta cúpula do canal. Os rumores de que a forma dos contratos mudaria começou no início do segundo semestre deste ano. Portanto, até sua efetivação foram seis meses. A boataria tomou conta do RecNov, centro dramatúrgico no Rio de Janeiro. Sabendo que haveria desligamentos, muita gente tentou não ser surpreendida, mas poucas pessoas conseguiram outros empregos antes de saberem da mudança que ocorrerá.

Intempérie no RecNov

Apesar dos funcionários contratados da Record terem prioridade da nova contratação, agora com a Casablanca, a maioria deles deve passar a receber bem menos do que antes.

Publicidade

Isso porque a Casablanca precisará pagar um aluguel mensal para a emissora. Em troca, receberá um pagamento por suas produções. A parceria entre a empresa televisiva e a produtora começou com 'Escrava Mãe', que teve custo por capítulo pelo menos sete vezes menor do que 'Os Dez Mandamentos'. 

O que os sindicatos tentam agora é garantir que os funcionários demitidos passem a ganhar o mesmo valor que antes. Mesmo que isso ocorra, eles já passarão a receber menos, já que a inflação no ano beira os 10%.  #Desemprego