Até o fim desta quarta-feira, 30, o dólar já havia subido 137% desde que a presidente Dilma Rousseff assumiu o poder. No último dia útil para a bolsa no ano, a moeda voltou a subir, fechando com nova alta, essa de 1,83%. Para comprar um único dólar, os brasileiros vão precisar desembolsar no mínimo R$ 3,95. Essa quantia nas casas de câmbio não é achada, já que para trazer moeda de fora, existem impostos, além do custo para se manter a própria casa de câmbio. Em alguns lugares, o dólar é vendido a quase R$ 5. Tanta alta fez com que muita gente desistisse de fazer a tão sonhada viagem internacional. O crescimento sem fim da moeda americana perante ao real atrapalhou ainda o Natal dos sonhos de muita gente.

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Produtos como vinho, castanhas, nozes e bacalhau ficaram tão salgados que não só sumiram das mesas dos brasileiros, como também dos supermercados. 

Só em 2015, o dólar subiu quase 50%, fechando para ser mais exato em 48,49%. O ano de crise no país também foi o de maior alta em todo os cinco primeiros anos do governo Dilma Rousseff. Analistas acreditam que o dólar pode subir pelo menos até meados do ano que vem. Os mais pessimistas dizem que a economia brasileira vai cair de 3% a 4% em 2016

Em janeiro de 2011, no primeiro mês de mandado de Dilma Rousseff, o valor do dólar era dos sonhos. Quem comprou e guardou a moeda naquela época deve agora estar fazendo festa. Naquele mês, um dólar custava apenas R$ 1,66. Atualmente, uma viagem aérea de São Paulo para os Estados Unidos na promoção custa em média 500 dólares sem os impostos.

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Para fazer a viagem naquela época, os brasileiros teriam que pagar R$ 830. Esse valor chega perto dos R$ 2 mil agora. Mas não é só a passagem que ficou mais cara, mas tudo. 

Se a modela estivesse no mesmo patamar, daria para fazer duas vezes a viagem para o país do Tio Sam e ainda sobraria mais de R$ 300 para comprar lembrancinhas. É por essa e por outras, que pode não parecer, mas o dólar mexe com a vida de todo mundo. Esperamos por dias melhores. #Negócios #Desemprego