O ano de 2015 vai ficar marcado, dentre outras coisas, pelo noticiário a respeito da crise econômica. A má fase da economia aliada a problemas políticos e investigações da polícia federal em operações, como a 'Lava Jato', fizeram muitos investidores fugirem do país. A nota de investimento do Brasil, por exemplo, foi rebaixada em duas agências internacionais que cuidam desse setor. Engenharia civil, petróleo e o comércio foram só alguns dos setores da economia afetados. No entanto, na comunicação social e nas telecomunicações o momento também foi de perda. 

Esse ano foi o primeiro que não aconteceu um aumento da TV a cabo, mesmo com a audiência dos canais por assinatura só subindo.

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Até mesmo a maior empresa de comunicação, o 'Grupo Globo', está registrando as suas perdas. O jornal 'O Globo' fez dezenas de demissões através do 'InfoGlobo', que ainda reúne empresas como o Extra e o Expresso. De acordo com uma fonte consultada pela Blasting News, a TV Globo do Rio de Janeiro também deve fazer demissões em janeiro. A emissora nega a informação. O que foi confirmado por alguns funcionários é que está aumentando o número de pessoas a realizarem várias funções, o que tem aumentado o temor por baixas.

Mas esse clima de má fase nos negócios não é só nas maiores cidades do Brasil. Em Mossoró, no Rio Grande do Sul, uma afiliada do canal da família Marinho, a 'InterTV Costa Branca' precisou encerrar suas atividades após apenas ter ficado funcionando por oito meses. O prédio da 'InterTV' , que teve alto investimento, agora só funciona com sucursal, retransmitindo o que vai ao ar em Natal, através da 'InterTV Cabugi'. 

De acordo com uma reportagem do jornalista Gutemberg Moura, parte da equipe de jornalistas e demais profissionais da empresa já foi demitida.

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Com isso, todo um departamento foi encerrado e pouca gente está trabalhando no local.  A ideia é que a empresa se destinasse à produção regional. Mesmo com o fechamento, existe a expectativa para que alguns produtos sejam criados. #Crise #Crise econômica