O 'Baú da Felicidade' foi um dos maiores sistemas de jogos do país e estará de volta a partir de janeiro do ano que vem. Após cinco anos, a empresa de carnê de prestações, promete voltar com tudo. Assim como ocorria no passado, o dinheiro investido nos carnês continuará a ser transformado em produtos. O lançamento oficial da nova jornada da companhia aconteceu nesta sexta-feira, 04, em São Paulo. Para garota-propaganda foi escolhida a apresentadora Patrícia Abravanel. Assim como na versão anterior, os clientes do carnê do 'Baú' vão concorrer a prêmios, que serão dados na televisão, novamente em parceria com o SBT. 

De acordo com a herdeira do Grupo Silvio Santos, Patrícia Abravanel, o carnê do 'Baú da Felicidade' é uma das maiores realizações de seu pai, o empresário que dá nome ao mesmo grupo que ela presta serviços.

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Como boa marketeira, Patrícia disse em uma reportagem exibida pelo 'SBT Brasil' que as pessoas que adquirem o novo carnê também vão poder realizar os seus sonhos, fazendo assim um estímulo de compras do serviço. Com a melhora da economia na gestão Lula, o negócio do 'Baú' deu para trás. Silvio Santos ganha dinheiro justamente com as pessoas que não conseguem quitar os doze meses do carnê, e, com isso, ficam também sem trocá-lo por produtos. 

Em 2011, o grupo Silvio Santos lançou uma liquidação dos produtos que estavam nas lojas. A maioria das unidades físicas foram vendidas na época para a rede varejista do 'Magazine Luíza'. 

Segundo um comunicado da empresa, dois programas de premiação já devem entrar no ar no ano que vem. No novo esquema, para participar os clientes precisarão pagar por mês a quantia de R$ 10.

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Esse valor precisa novamente ser quitado por um ano, do contrário, não há o direito de resgatar o dinheiro investido. No fim de um ano, os R$ 120 viram R$ 150 em produtos da Jequiti, marca de cosméticos também do grupo Silvio Santos. Na versão anterior, os que pagavam pelo serviço, podiam trocar os carnês, até de vários anos, pelos mais diversos eletrodomésticos e móveis.  #Desemprego #Crise econômica