A cada dia que passa, os índices de inadimplentes no Brasil só aumenta. Segundo dados dos órgãos de proteção ao crédito, hoje no Brasil existem cerca de 57 milhões de pessoas com nome negativado.

Os principais fatores que contribuíram para o aumento desses dados, foram a #Crise econômica que o país vem enfrentando e a taxa de #Desemprego, que esse ano deve bater a marca dos 10%.

Outro fator que contribui e leva o consumidor à inadimplência, são as ofertas tentadoras das lojas. Muitas oferecem parcelamento de produtos em até 24 vezes. Com esse prazo longo para pagar, os juros embutidos as vezes chega a dobrar o valor do produto, e com isso o consumidor acaba não conseguindo honrar o compromisso.

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Atualmente, empresas credoras e bancos utilizam três ferramentas para consultar o histórico do cliente antes de aprovar a compra, e também para registrá-lo negativamente em caso de inadimplência: o SPC Brasil, que é gerenciado pelo CDL (Câmara de dirigentes lojistas), a Serasa, controlada pela Serasa Experian e o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), controlado pela Boa Vista Serviços.

Na base do SCPC, são realizadas em média 180 milhões de consultas por mês. No Serasa, são feitas em média 65 milhões de consultas mensal. Já no SPC, onde concentra a maior base de cadastros de CPF, são realizadas em média 50 milhões de consultas por mês.

Mas o acesso a consulta ao CPF, na maioria das vezes, fica restrita apenas a empresas credenciadas aos órgãos.

As regras para inclusão do nome nos órgãos de proteção ao crédito funcionam assim: após o atraso do primeiro pagamento ou pagamento integral, a empresa credora comunica o órgão com o qual é credenciada sobre o débito.

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O órgão que fará a inclusão, obrigatoriamente deverá enviar um comunicado pelos Correios alertando o consumidor da inclusão, e o mesmo terá 10 dias para sanar a pendência. Após o prazo de dez dias, se o consumidor não negociar a dívida ou pagá-la, o órgão já tem total autonomia dentro da lei para fazer a inclusão.

Com o nome incluso na base de mal pagadores, o consumidor não consegue crédito novamente na praça, inclusive em lojas, bancos e financiamentos de imóvel e veículos.

A boa notícia é que existe uma forma do consumidor fazer a consulta de seus dados gratuitamente e pela internet.

Para realizar a consulta gratuita de pendências em seu nome, basta acessar o site consumidorpositivo.com.br, preencher seus dados em um breve cadastro e, logo após a confirmação enviada por e-mail, você terá acesso ao painel de consulta de restrições. #Finança