A multinacional de transporte privado urbano, Uber, conseguiu arrecadar US$ 2,1 bilhões em uma rodada de #Negócios realizada no começo deste mês. Entre os principais investidores encontram-se os fundos Tiger Global Capital Management e T. Rowe Price. Com a injeção de capital, a empresa passa a valer entre 62,5 e 64,6 bilhões de dólares.

De acordo com informações da agência Bloomberg, a Uber ultrapassa o valor de mercado de 80% das companhias de capital aberto que compõem o índice S&P 500. Com a valorização, a empresa fica à frente até mesmo de gigantes do setor automobilístico, como General Motors (55,7 bilhões de dólares) e Ford (55,4 bilhões de dólares), e de setores variados, como a poderosa Time Warner (55,2 bilhões de dólares).

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Estratégia

A próxima meta da empresa é levantar uma quantia acima de 12 bilhões dólares com aportes de capital e emissão títulos de dívida. O objetivo é expandir o serviço para 350 cidades ao redor do mundo.

Uma das maneiras de consolidar o cadastro de novos usuários é oferecer incentivos aos motoristas em potenciais e descontos para futuros passageiros. Para fomentar essa política de estímulos, a Uber utiliza parte do caixa. Além dos novos membros, a estratégia da empresa tem atraído investidores de diferentes parte do planeta, sendo a China um dos principais alvos de mercado. A companhia também mira o sudeste asiático, onde disputa o mercado com sua principal concorrente na região, a GrabTaxi.

App

Vale lembrar que a Uber é uma empresa fechada, com sede em São Francisco, na Califórnia (EUA).

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Toda atividade da multinacional com seus clientes é baseada em um aplicativo (app) para #Celular, disponível em várias línguas e lugares do mundo. O software conecta passageiros e motoristas de maneira similar aos aplicativos de táxi, mas oferecendo conceitos, serviços, política e tarifas diferenciadas.

Conflitos

Os altos índices de adesão, a qualidade oferecida pelo serviço e a satisfação de seus usuários têm gerado reclamações por parte dos taxistas. Em alguns casos, as manifestações contrárias ao app resultaram até em agressão física aos motoristas da empresa.

Sindicatos e frentes políticas próximas ou ligadas ao sistema de táxis, tanto no Brasil quanto em outros países, como as Filipinas ou Reino Unido, tentam barrar ou limitar as atividades do aplicativo. Os representantes das organizações alegam concorrência não regulamentada, o que isentaria a Uber até mesmo de pagamentos de impostos. #Inovação