O Banco Central divulgou nesta segunda-feira (18) que a inflação em 2016 poderá ser de 7%, a probabilidade anterior foi de 6,93%, em pesquisa realizada em mais de 100 empresas financeiras do país.

O ANO DE 2016

A inflação deste ano segundo previsão do mercado financeiro será acima do teto de 6,5% e ocorreu o mesmo em 2015 onde o IPCA ficou em torno de 10,67%.  O objetivo é que o índice de #Inflação para 2016 e 2017 seja em torno de 4,5%.

EM 2017

A previsão do IPCA para 2017, que era de  5,2% e passou para 5,4%, com esse índice o percentual não irá ultrapassar os 6,5% previstos para o teto, mas fica longe do objetivo principal que é de 4,5%.

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O Banco Central tentará fixar o IPCA pelo limite do Conselho Monetário Nacional (CMN) este ano, com percentual de 6,5%. O BC (Banco Central) quer estabelecer a inflação em 4,5% no ano de 2017, mas o mercado financeiro reage não apostando na previsão.

PREVISÕES

Os economistas apostam para 2017 que o PIB se elevará de 0,86% para 1%. O BC (Banco Central) estimou que o PIB se contraísse em 3,38% e vai até setembro de 2016.

As taxas de juros do BC ficaram equilibradas em torno de 14,25% em novembro (maior aumento no período de nove anos). A previsão é que cresçam novamente em torno de 14,75% ao ano, até o dia 20/01 (quarta-feira), data que será o encerramento da reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM).

A perspectiva para 2016 é que os juros fiquem em torno de 15,25% ao ano, mas poderá ocorrer alta ainda este ano.

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Para 2017 se prevê que os juros passem de 12,75% para 12,88% ao ano.

De acordo com os dados da Focus, a prospecção da taxa cambial para o encerramento de 2016 será de R$4,25. Para fechar 2017 a perspectiva é que o dólar varie de R$4,23 para R$4,30.

Os prognósticos para o saldo comercial da balança neste 2016 são de R$35 bilhões, em 2017 será de R$35 bilhões para R$38,8 bilhões.

A estatística para a entrada do capital estrangeiro no Brasil em 2016 permaneceu estável em R$55 bilhões. No ano de 2017 se estima que seja de US$60 bilhões, concluindo que haverá maior entrada do capital externo. #Crise econômica