Uma renomada agência de notícias ligada aos mercados econômicos e de finanças em nível mundial, localizada na cidade de Nova York, EUA, vaticinou que o país gigante da América do Sul, o Brasil, apresentará uma recessão que nada faz jus ao seu tamanho continental, pois ficará com o 2.º pior resultado de evolução para o ano de 2016.

A projeção de recessão atinge o percentual de 2,5% na economia do país, só perdendo para a Venezuela, com uma previsão de contração econômica na casa de 3.3%. Daí a prova real de que este último país passa pela sua maior transição política e econômica nos últimos anos, de governo Chavista. Em nível de referencial foram analisadas 93 economias de nações distintas pela agência de notícias norte-americana.

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Dívida soberana do Brasil: "lixo"

Essa mesma agência dos Estados Unidos veiculou uma matéria jornalística, que, por ironia, traz a ilustração do Cristo Redentor na Cidade do Rio de Janeiro, traduzindo que o PIB – Produto Interno Bruto brasileiro previsto para este ano, atrelado ao decréscimo de 2015, fará com que a nação sul-americana vivencie a sua crise mais drástica desde o ano de 1901.

Tanto é assim, que duas agências relevantes no mundo internacional das finanças, as quais operam especificamente com rating, rebaixaram a chamada dívida soberana do Brasil para o que é conhecido como status junk ("lixo"). O resultado em questão é a mediana do estudo feito entre os meses de outubro e dezembro de 2015.

Em 11/01, o Banco Central do Brasil, por meio do Boletim Focus, revelou que as projeções dos economistas para as finanças do país em 2016, projetam contração econômica na ordem de 2.99%.

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Outros países pelo mundo também deverão apresentar quedas nos seus respectivos PIBs. Alguns exemplos disso são a Grécia, que decrescerá -1,8%; a Rússia e o Equador com redução de -0,5% cada um. Por mais inacreditável que o cenário possa parecer, até determinados países com previsão de crescimento no ano de 2016, também estão debaixo do grande guarda-chuva dos eventuais temporais financeiros e recessões de acordo com as notícias repassadas pela agência norte-americana.

Um exemplo claro disso é a Ucrânia, país do leste europeu que, após dois anos trágicos no que tange à economia, com conflitos e acirramento político interno, à beira de um colapso nas disputas com a Rússia, possui projeção de crescimento de 1.2% para este ano; entretanto, com probabilidade de 60% de dois trimestres completos e seqüenciados de retração econômica. 

Trata-se de um risco recessivo semelhante ao da Argentina, sendo que o seu presidente Mauricio Macri está no seu 1.º ano de mandato buscando os necessários ajustes fiscais, poder liberar o câmbio e promover rapidamente as reformas liberais, daí a perspectiva de crescimento ser zero.

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Finalizando a listagem dos resultados ruins do ano, todavia ainda com crescimento, aparecem: o Japão e a Finlândia, cada um com 1%, a Croácia com 1,1% e Suíça com 1,2%. Os chineses de Taiwan têm previsão de crescimento de 2%. Por outro lado, países como Índia, Vietnã, Bangladesh e China, são os que demonstram melhores resultados aguardados para 2016 ou crescimento de 7,4%; 6,6%; 6,6% e 6,5% nessa exata ordem. #Negócios #Desemprego #Crise econômica