O Banco Central (BC), órgão nacional responsável pelo controle a gerência das práticas bancárias, anunciou um decreto na manhã de 8 de janeiro, no qual finaliza as atividades do banco Azteca do Brasil S/A.

Os motivos que levaram o BC a encerrar as operações do banco Azteca S/A, cuja sede se localiza no Recife, foram o comprometimento de sua relação econômico-financeira, a violação de normais legais e regulamentares, a ocorrência de prejuízos aos credores e correntistas do banco, sob esses parâmetros o BC que procedia investigação contra a instituição bancária decretou o encerramento de suas atividades.

O BC afirmou que o banco Azteca é uma instituição financeira de pequeno porte e que possuía autorização para operar carteiras de crédito, financiamentos e investimentos.

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O banco Azteca possui apenas uma agência e 0,0005% de todos os recursos do sistema financeiro, além de 0,0009% dos depósitos.

O BC anunciou ainda que o banco encerrado tinha garantidos através do Fundo Garantidor de Créditos, 68% de seus depósitos. BC encerrou a publicação de seu decreto com a seguinte nota "O Banco Central está tomando as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades no âmbito jurídico, segundo suas atribuições de supervisão do sistema financeiro".

Após apresentar os dados sobre o banco Azteca o BC informou que não haverá impacto relevante no sistema financeiro nacional e o presidente do órgão ainda fez a nomeação de José Augusto Monteiro Neto que será o responsável por acompanhar a liquidação do banco e do encerramento de suas ações, como o banco Azteca já vinha sendo observado pelo Banco Central em 9 de Novembro de 2015 foi feita a publicação de José Augusto como liquidante.

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Não poderia ter sido diferente, sob suspeita de fraude e oferecendo risco a seus investidores, na data de 8 de janeiro de 2016, após procedidas as investigações o banco sergipano, que possuía apenas uma agência no país teve suas operações encerradas.

Quanto à intervenção do Banco Central sobre o banco Azteca, qual a sua opinião? #Crise econômica #Crise no Brasil