Não tá fácil para ninguém! A crise econômica que atinge o Brasil pega todo mundo e todos os nichos de trabalho, até a mais velha profissão do mundo, a prostituição. Segundo informações do 'Brasil Notícia' em reportagem publicada nesta semana, o setor de motéis de cidades como Taguatinga, no Distrito Federal estaria com mais oferta do que procura. Prostitutas podem ser vistas em plena luz do dia. Mulheres que tentam ganhar algum dinheiro para sobreviver. Basta chegar nos locais de prostituição para ouvir as mulheres reclamando da falta de movimento. Antes, a maioria delas atendia à noite e com clientes fixos, mas com a falta de homens interessados, o jeito foi aumentar a quantidade de horas trabalhadas. 

Para conseguir atrair clientes vale tudo.

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Algumas das mulheres apostam em menos roupas. Outras até exibem partes íntimas em plena rua. Os mais desavisados que passam na região se impressionam com o que veem. A ousadia, no entanto, não tem dado os resultados esperados. Uma mulher identificada como Paloma, disse a reportagem que não está conseguindo sequer manter as despesas de sua residência. A prostituta agora pensa em mudar de profissão. Segundo ela, antes do baque econômico que passa o país, dava para manter uma rotina bem confortável. Com a inflação, muitos homens estão preferindo investir em suas próprias casas e suas famílias, economizando onde dá. 

Mulheres de programa tentam a vida em outros estados

Outra mulher, identificada como Monique, de 22 anos, disse que ficou chocada com a falta de movimento. Ela relatou que até pouco tempo chegava a ganhar em um único dia pelo menos R$ 300, mas que agora, mesmo fazendo descontos, tem dias que fica sem atender ninguém.

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De acordo com informações da Associação das Prostituas de Minas Gerais, a #Crise é real. A coisa anda tão braba que tem garota de programa se deslocando pelo país para tentar condições melhores de trabalho e de vida. Apesar da movimentação, em Minas Gerais, o movimento da indústria do sexo estaria igual na região.  #Negócios