Neste terça-feira (19), o dólar subiu após ter estado em baixa durante a manhã e a sua alta foi a mais elevada nos últimos quatro meses.

O mercado financeiro analisou os parâmetros da economia da China e o aumento dos valores do petróleo e deu sinais de ponderação frente aos acontecimentos da economia no Brasil.

O dólar obteve elevação de seu percentual em 0,51% e foi comercializado a R$4,0549. No início deste ano de 2016, a moeda americana avançou em torno de 2,70% diante da moeda brasileira. Esse valor é o maior desde o mês de setembro (29/09/15), quando estava a R$4,0591.

ACOMPANHE A VARIAÇÃO DO DÓLAR NA MANHÃ DE 19/01/16.

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O dólar neste 19/01 sofreu várias oscilações, a saber: 

De 9h09 sofreu queda e ficou R$4,0065 e das 9h50 até às 12h20 teve quedas e ficou a R$4,038.

Das 12h50 subiu  0,46%  e ficou em R$4,053.

Das 13h19 até às 16h obteve várias elevações ficando a R$4,040.

SAIBA O QUE O PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL TOMBINI FALOU

O presidente do Banco Central Alexandre Tombini deixou o mercado com desconfiança ao declarar que o BC não irá aumentar a taxa de juros e poderá fazer com que a mesma não se altere.

LEILÃO DOS SWAPS CAMBIAIS

Na manhã deste dia 19, ocorreu o leilão dos Swaps Cambiais que irão vencer no dia 1º de fevereiro e foram vendidos um  total de 11,6 mil contratos. Houve o rolamento de U$6,762 bilhões, em torno de 65% das partes que equivalem a U$10,431 bilhões.

A CHINA

Em 2015, a China não apresentou um crescimento favorável em sua economia e mostrou o pior desempenho dos últimos 25 anos.

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Os comércios do mundo foram positivos, pois acreditam que Pequim poderá acelerar o crescimento através de novas ideias.

Estatísticas da China mostram que não haverá grandes crescimentos e que o governo precisará estimular a economia. Essas informações foram dos especialistas da Guide aos clientes, segundo a Reuters.

As previsões para o petróleo brasileiro não são favoráveis, levando em conta as dúvidas da economia e da política no Brasil. 

Na última segunda-feira (18), o dólar caiu frente à elevação da moeda da China, além da variação dos preços do petróleo e o feriado nos EUA (Mártin Luther King), que contribuíram para a queda. #Crise #Crise econômica