Em 2015 o Brasil enfrentou uma difícil #Crise econômica: inflação e juros altos aumento de luz, gasolina. Etanol, diesel, gás de cozinha, transportes e alimentos.

Diante das dificuldades postos de trabalho foram fechados, ocorreram demissões em massa principalmente no setor automobilístico.

Renaut Michel disse que a falta de empregos alavancará 2016, em consequência da fraca oferta de trabalho nos setores. Haverá diminuição nas atividades da economia do país, para ele não se podem esperar melhorias e áreas como a construção civil sofrerão diretamente com a crise, além de outros campos de atividade industrial.

O agravante é a falta de competição e a má política econômica do país que deixou de investir nos setores, e para Renault será um 2016 difícil, pois os fatores negativos contribuirão para atingir o comércio e as vendas.

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As pessoas passarão a comprar em menor escala, em consequência o lucro das empresas tenderá a cair e os investimentos nos setores diminuirão.

De acordo com Fábio Giambiagi (chefe do departamento de Gestão de Risco de Mercado do BNDES), o assalariado sofrerá com os impactos da crise no país. Este ano a inflação terá um índice maior que o desemprego, percentual de 10%, maior aumento nos últimos tempos segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

PREOCUPANTE.

Cresce o número de pessoas sem emprego no Brasil e o número em 2015 chegou a nove milhões de desocupados, para 2016 a estatística é de que chegue a 12%, casa de 2 dígitos.

2º SEMESTRE DE 2016.

A previsão do economista Giambiagi é que nos seis primeiros meses de 2016 a inflação se eleve e os principais itens que sofrerão aumento serão os produtos escolares, mensalidades das escolas, taxas de condomínio.

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Após os meses iniciais de acordo com ele, a alta dos preços declinará e poderá chegar a 6,5%.

SETOR DO AGRONEGÓCIO.

O setor do agronegócio não sofrerá queda, João Luiz Sabóia (professor de Economia da UFRJ) relatou que em 2015 o percentual de desemprego era de 7,9%. De acordo com a PME (pesquisa mensal de emprego) realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) o índice do ano passado foi quase à mesma registrada em 2008 (7,5%).

Para Sabóia ocorreu 10 anos de progresso em termos de oferta de trabalho no Brasil e uma reversão em apenas um ano, que foi o de 2015.

O ano anterior foi marcado por muitos aumentos, demissões, escândalos políticos e todos esses fatores contribuíram para que o cenário econômico se agravasse. #Crise no Brasil