Uma ideia inovadora de Ruan Nemeczymk (27), ele criou uma bebida diferente e criativa, o chandonlé, que é uma mistura de espumante com frutas, tudo colocado em uma sacolinha plástica, o tão conhecido geladinho. Uma ideia que está dando certo e fazendo com que o empresário cresça no setor de vendas.

Ruan resolveu fazer 70 saquinhos da bebida congelada para vender no carnaval de 2015, ele aproveitou a ocasião em que um bloco estava desfilando na Rua Rio de Janeiro. A surpresa foi que ele conseguiu vender todos os geladinhos em quase uma hora.

Na cidade maravilhosa não se pode comercializar bebidas nas ruas e o contador fez o picolé de chandon no saquinho e resolveu vender, pois estava dentro da lei e não correria risco de ser barrado pelos fiscais.

Publicidade
Publicidade

AS VENDAGENS

O sacolé de chandon é vendido ao preço de R$ 10 a unidade, com sabores variados como: morango, coco e abacaxi com hortelã. Há a opção do picolé na taça de plástico, para os que preferem sofisticação.

A 1ª LOJA

Atualmente, Ruan trabalha como MEI (microempreendedor individual), mas tem o desejo de abrir uma loja própria. Ele não informou o quanto ganha com as vendas dos geladinhos chandon, no entanto, com o faturamento, está investindo em material para a tão sonhada loja.

A PRODUÇÃO

O empreendedor trabalha duro para fazer os sacolés e sozinho produz tudo. De vez em quando, conta com a ajuda dos familiares, quando precisa fazer mais de um evento por dia, recruta mais pessoas para ajudar.

Ele disse que terá que admitir pessoas para trabalhar em seu futuro comércio e na fabricação do produto, o picolé de champanhe.

Publicidade

Mas o seu negócio não será só em torno do chandonlé, pois ele pretende criar um comércio também voltado para a venda de champanhes e espumantes diversos.

O empresário comercializa em torno de 100 a 500 chandonlés em festas. Mas, segundo o mesmo, tudo depende do evento e do clima, quando é de grande porte e temperatura quente o faturamento é grande, caso contrário, o lucro diminui.

Após mostrar o chandonlé na Expo Noiva 2015, ele obteve êxito e passou a fechar contratos com festas de casamento. Hoje realiza em torno de quatro eventos ao mês, em diversos locais, que vai de feiras (food truck) a aniversários.

O PRODUTO PODE SER CLONADO, ENTENDA

O consultor do SEBRAE – SP (Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo), Paulo Marcelo Tavares Ribeiro, disse que o chandonlé pode ser clonado (copiado), pois é simples de se fazer, e que Ruan poderá ver surgir concorrentes do seu produto.

Para que não perca o mercado e continue com o seu comércio, ele precisa, em primeiro lugar, patentear sua invenção. "Também é recomendado conseguir contratos de grandes eventos para, assim, expandir seu negócio", diz o consultor. #Negócios #Curiosidades #Tendências